Praia Grande

Prefeitura de Praia Grande se pronuncia sobre greve na coleta de lixo na Baixada Santista

Administração municipal afirma que equipes próprias vão atuar nas principais vias para reduzir impactos da paralisação

Luna Almeida

Publicado em 16/03/2026 às 20:41

Atualizado em 16/03/2026 às 20:47

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Segundo o comunicado, todas as cidades da região estão sendo afetadas pela paralisação / Jonatas Oliveira/DL

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A Prefeitura de Praia Grande se manifestou sobre a greve de trabalhadores da limpeza urbana que afeta cidades da Baixada Santista. Em nota oficial publicada nas redes sociais na noite desta segunda-feira (17), a administração informou que o movimento tem impacto regional e que acompanha as discussões entre empresa e sindicato.

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Segundo o comunicado, todas as cidades da região estão sendo afetadas pela paralisação, que envolve funcionários da empresa responsável pela coleta de lixo domiciliar. Confira na íntegra:

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A mobilização reúne cerca de 3 mil trabalhadores ligados às empresas Terracom Construções, Terra Santos Ambiental e ao Consórcio PG Eco Ambiental, responsáveis pela limpeza urbana em municípios como Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente.

A paralisação ocorre após divergências sobre os valores pagos no Programa de Participação nos Resultados (PPR) referente a 2025. Trabalhadores alegam que os depósitos ficaram abaixo do esperado, o que gerou insatisfação na categoria.

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Coleta emergencial nas principais vias

Na nota, a Prefeitura de Praia Grande informou que, para reduzir os impactos da greve, equipes da Secretaria de Serviços Urbanos vão atuar na coleta de lixo nas principais vias da cidade.

A administração também destacou que acompanha atentamente as negociações entre a empresa responsável pelo serviço e o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação, Limpeza Urbana e Áreas Verdes de Santos e Região.

O município afirmou reconhecer o direito de greve dos trabalhadores, mas ressaltou a importância de que a paralisação respeite a legislação vigente e não cause prejuízos à população.

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Percentual mínimo não estaria sendo respeitado

De acordo com a prefeitura, o movimento grevista não estaria cumprindo o percentual mínimo de funcionamento de 30% das atividades, exigido por lei para serviços considerados essenciais, como a coleta de lixo.

Para discutir a legalidade da paralisação, uma audiência de conciliação foi marcada para a noite desta segunda-feira (16), em São Paulo.

Lixo já se acumula em cidades da região

Enquanto o impasse continua, os primeiros reflexos da greve já são percebidos em cidades da Baixada Santista. Em Santos, a Reportagem do DL registrou contêineres transbordando e sacos de lixo espalhados pelas calçadas, indicando o impacto da paralisação na coleta de resíduos.

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A situação tem gerado preocupação entre moradores por causa do risco de mau cheiro, proliferação de insetos e possíveis impactos sanitários caso o serviço não seja normalizado nos próximos dias.

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