Praia Grande

Praia Grande não registrou casos de Mpox em 2026, diz Secretaria de Saúde

O município afirmou que monitora cenário no Estado e reforça orientação para procurar unidades em caso de sintomas

Giovanna Camiotto

Publicado em 25/02/2026 às 04:25

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Testes podem detectar mpox em pacientes / Divulgação

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A Prefeitura de Praia Grande informou na terça-feira (24) que não há casos confirmados de Mpox no município em 2026. A Secretaria de Saúde Pública (Sesap) acompanha o cenário após registros recentes da doença no Estado de São Paulo e em Santos.

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Segundo a administração municipal, as equipes de Vigilância em Saúde seguem monitorando notificações e dados epidemiológicos, além de orientar profissionais da rede para identificação precoce de possíveis ocorrências.

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“Praia Grande está preparada e mobilizada para o atendimento de possíveis casos de mpox. No Município não tivemos nenhum caso positivo confirmado, mas as equipes estão atentas e prontas para prestar todo o suporte necessário à população. Em caso de dúvida ou sintomas, vá até a sua Usafa, procure as nossas UPAs, pois a intervenção precoce é a melhor forma de tratarmos essa doença”, afirmou o secretário de Saúde Pública, Isaías Lima.

Como ocorre a transmissão

A Mpox é causada pelo vírus MPXV e pode ser transmitida principalmente por contato próximo ou íntimo com lesões de pele de pessoas infectadas. Abraços, beijos, relações sexuais e contato com secreções respiratórias, sangue ou outros fluidos corporais estão entre as formas de contágio.

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Também há risco de transmissão por meio de objetos e tecidos contaminados, como roupas, toalhas e roupas de cama. Segundo autoridades de saúde, profissionais da área e familiares de pacientes estão entre os grupos mais expostos devido ao contato direto.

Praia Grande não registra casos confirmados de mpox em 2026/Pexels
Praia Grande não registra casos confirmados de mpox em 2026/Pexels
Secretaria de Saúde monitora cenário após registros no Estado/Pexels
Secretaria de Saúde monitora cenário após registros no Estado/Pexels
Transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões/Pexels
Transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões/Pexels
Sintomas incluem febre alta e surgimento de bolhas na pele/Pexels
Sintomas incluem febre alta e surgimento de bolhas na pele/Pexels
Casos suspeitos devem procurar Usafa ou unidade de pronto-atendimento/Pexels
Casos suspeitos devem procurar Usafa ou unidade de pronto-atendimento/Pexels

Sintomas e orientação

Os principais sintomas incluem o surgimento repentino de lesões na pele, que podem aparecer acompanhadas de febre acima de 38,5ºC, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, fraqueza e inchaço nos linfonodos.

O período de incubação varia de três a 21 dias. As lesões costumam surgir entre um e três dias após o início da febre, podendo aparecer antes em alguns casos. Elas podem formar crostas que secam e caem ao longo do tempo.

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Em caso de suspeita, a orientação é procurar a Unidade de Saúde da Família (Usafa) de referência ou uma unidade de pronto-atendimento.

Casos confirmados e suspeitos devem permanecer em isolamento domiciliar até o desaparecimento das lesões, processo que pode levar de duas a quatro semanas. O tratamento é voltado ao alívio dos sintomas, com monitoramento contínuo da equipe da Sesap.

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