Vereador pede central de monitoramento ao Executivo

O requerimento foi aprovado por unanimidade em plenário e segue para o Executivo

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13 JAN 201321h27

O vereador Aguinaldo Alves de Araújo (PDT) apresentou requerimento durante sessão da Câmara, na última terça-feira (16), solicitando à Administração Municipal estudos para a instalação de uma central de monitoramento por câmeras em pontos estratégicos de Cubatão. O requerimento foi aprovado por unanimidade em plenário e segue para o Executivo.  

Ao tomar conhecimento da eficácia dos equipamentos nas cidades de Santos e Praia Grande, o vereador Aguinaldo Araújo decidiu encaminhar o requerimento. No seu entendimento, a central de monitoramento garante mais segurança aos moradores da Cidade coibindo a incidência de roubos, principalmente. "Esta experiência tem dado certo em outras cidades e inibe furtos e assaltos", disse.

A proposta gerou uma série de discussões durante a sessão de terça-feira. Segundo o vereador Geraldo Guedes (PR), o Executivo não instala uma central de monitoramento no município porque não tem vontade. "Antes, eles criticavam que não existiam câmeras no Município. Agora que estão na Prefeitura não o fazem porque não querem", disse.

O parlamentar José Roberto Azzoline Soares (PSB), o Alemão, afirmou que o trabalho de Aguinaldo vai ao encontro de propostas feitas por ele. "Apresentei emendas à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para que se separasse recursos para esta finalidade", disse.

A vereadora Nêga Pieruzi (PT) destacou a necessidade de mais segurança na Cidade. "O município cresce em tamanho e em riquezas e também precisa crescer em mais segurança à população", afirmou.

O vereador da base aliada Adeildo Heliodoro dos Santos, o Dinho (PT), apoiou o vereador Aguinaldo, mas esclareceu que a Administração Municipal já realizou os estudos para a instalação de uma central de monitoramento por câmeras, inclusive solicitando um aporte de R$ 3 milhões à Agência Metropolitana da Baixada Santista (AGEM) para o empreendimento. Mas, segundo Dinho, até agora a Agem não se pronunciou sobre a liberação da verba e atribuiu ao Governo do Estado a responsabilidade pela segurança pública do Município.

Já o vereador Severino Tarcício da Silva, o Dóda (PDT), discordou de Dinho afirmando que assim como o Governo do Estado, o Município também é responsável e tem que investir na segurança pública. “O Município tem um orçamento de R$ 1,2 bilhão e a Administração deveria fazer a sua parte criando a Guarda Municipal. Recurso tem, falta distribuir melhor”, criticou Dóda.