Tereza Campello reforça importância do cadastro único

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome lembrou que o cadastro único foi criado em 2003 para unificar programas sociais do governo

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22 FEV 201315h12

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, reforçou nesta sexta-feira (22) a importância do cadastro único, criado em 2003 para unificar programas sociais do governo, no combate à pobreza extrema no país.

Ao comentar as mudanças no Programa Brasil sem Miséria, ela explicou que as medidas preveem custeio exclusivo por parte do governo federal. Com a ampliação, cerca de 2,5 milhões de beneficiários do Bolsa Família vão receber complemento para ultrapassar a renda de R$ 70 por pessoa, considerado o patamar que supera a linha da extrema pobreza. Segundo a ministra, a partir de março, nenhuma família cadastrada estará abaixo dessa linha.

“Viramos essa página da história tirando essas pessoas da miséria, mas isso é só o começo porque miséria não é só uma questão de renda. Queremos levar serviços, saúde, educação, oportunidade, creche, documentação civil, um conjunto de direitos, qualificação profissional, oportunidade de emprego”, destacou, durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, fala sobre a extensão da complementação de renda do Bolsa Família que vai alcançar 2,5 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza (Foto: Marcelo Casal Jr/ ABr)