Segundo mandato de Obama priorizará política de imigração

Presidente americano promete se dedicar também ao controle das armar, além de garantir o crescimento da economia norte-americana.

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31 DEZ 201204h30

As prioridades do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para seu segundo mandato são a política de imigração e de controle de armas, além de garantir o crescimento da economia norte-americana, disse o presidente em uma entrevista exclusiva ao programa "Meet the Press", da rede de televisão NBC, transmitido neste Domingo.

Desde seu primeiro mandato, Obama vem prometendo legalizar a situação de imigrantes ilegais nos Estados Unidos. Isso garantiu apoio dos latinos para sua reeleição em novembro. Na entrevista transmitida hoje, Obama afirmou que a imigração é sua prioridade "top" e afirmou que pretende anunciar uma legislação a respeito em 2013.

Outra prioridade é o controle de armas. Neste caso, Obama salientou que é essencial o apoio da opinião pública. "Não vamos conseguir fazer nada a menos que a polução americana decida que é importante". Segundo ele, o dia do assassinato de 26 pessoas, entre elas 20 crianças, em uma escola de Newtown, Connecticut, foi o pior no comando da política americana e que ele não gostaria de ver algo assim acontecer de novo.

Obama vem prometendo legalizar a situação de imigrantes ilegais nos Estados Unidos. (Foto: Divulgação)

Ao falar da necessidade de apoio da população para o controle de armas, Obama citou uma fala de outro presidente dos EUA, Abraham Lincoln, que ressaltou que com o apoio da opinião pública, não há nada que não se possa fazer. Mas sem esse apoio, pouco pode ser feito.

Fazer com que a economia americana cresça e tenha disciplina fiscal, com déficit público sob controle, também é a meta de Obama. O presidente ressaltou que vai investir no setor de energia, para que os Estados Unidos se tornem exportadores de energia. Obama também destacou a necessidade de investimentos no setor de infraestrutura, "que está quebrado", para garantir mais empregos, por exemplo, na reconstrução de estradas, pontes e escolas.