Saques nas províncias são ações para criar instabilidade, diz presidente da Câmara argentina

“A intenção é criar um clima de instabilidade e insegurança,” disse Julián Domínguez.

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24 DEZ 201205h39

“A intenção é criar um clima de instabilidade e insegurança,” disse o presidente da Câmara dos Deputados da Argentina, Julián Domínguez  sobre os saques a lojas e supermercados no país. Desde quinta-feira (20), um grande número de lojas de diferentes províncias da Argentina foram saqueadas.

Para Domínguez, os saques têm origem na ação de grupos sindicais contrários ao governo de Cristina Kirchner. “Não se pode confundir vandalismo com necessidade social, porque esse roubos não são porque as pessoas estariam com fome. Sabemos que existem necessitados, mas este governo está dando respostas,” disse em entrevista ao jornal Tiempo Argentin.

Governo e líderes sindicais trocam acusações sobre a organização dos saques. Na sexta-feira (21), o governo enviou 400 policiais a Bariloche, onde um supermercado e duas lojas foram saqueados. Muitas pessoas eram vistas saindo com carrinhos carregados com equipamentos eletrônicos, roupas e brinquedos.