Saída de Graça Foster não 'anistia' desvios na Petrobras, diz Aécio

"Graça perdeu as condições de continuar à frente da empresa, mas isso não significa que os malfeitos serão anistiados, ao contrário, vamos investigá-los ainda com maior profundidade", completou

Comentar
Compartilhar
04 FEV 201516h07

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta quarta-feira, 4, que a saída de Graça Foster da presidência da Petrobras era inevitável, mas que isso não significa que os desvios feitos na estatal serão anistiados. "A partir de agora, quero afiançar, estaremos instalando a CPMI no Congresso Nacional para que todos os desvios apontados continuem a ser investigados", disse. "Graça perdeu as condições de continuar à frente da empresa, mas isso não significa que os malfeitos serão anistiados, ao contrário, vamos investigá-los ainda com maior profundidade", completou.

Na avaliação do senador tucano, a presidente Dilma Rousseff achou que mantendo Graça Foster no comando da Petrobras "estaria blindada das irresponsabilidades e dos desvios que ocorreram na companhia". Ele avaliou ainda que é muito importante para o Brasil a recuperação da estatal, que está no foco de um dos maiores escândalos de desvios de recursos públicos da história do País. "O que assistimos ao longo desses últimos anos foi a falta de governança e a falta de responsabilidade daqueles que fizeram nomeações na Petrobras, se sobrepondo ao interesse do País."

Aécio Neves (MG), disse nesta quarta-feira, 4, que a saída de Graça Foster da presidência da Petrobras era inevitável (Foto: Agência Brasil)

Colunas

Contraponto