Lula recebe a visita de parentes, e acampamento de apoiadores é alterado

Familiares do petista entraram por volta das 9h25 no prédio da carceragem. Esta é a segunda vez que Lula recebe familiares

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19 ABR 2018Por Folhapress12h25
Esta é a segunda vez que Lula recebe familiaresFoto: Divulgação

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a receber a visita de parentes na manhã desta quinta-feira (19) na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde o dia 7.

Familiares do petista entraram por volta das 9h25 no prédio da carceragem. Dois homens -um deles Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha- e duas mulheres, além de uma criança, entraram pelos fundos do prédio, e passaram a pé pela entrada principal da PF, até acessar o prédio.

Esta é a segunda vez que Lula recebe familiares. O dia de visitas para o ex-presidente é diferente do dos demais presos no local, para evitar que para evitar que seus parentes cruzem com familiares de seus delatores Antônio Palocci, Léo Pinheiro e Renato Duque –que podem ter visitas às quartas-feiras.

Na terça (17), senadores que estiveram em Curitiba fizeram uma manobra com objetivo de driblar ordem da Justiça Federal e conseguir visitar o ex-presidente na prisão.

ACAMPAMENTO

Os manifestantes acampados em torno do prédio do prédio da PF mudaram novamente de lugar.

Segundo os organizadores, o terreno escolhido inicialmente não oferecia infraestrutura e segurança necessárias. Na terça, houve relato de ataques aos manifestantes, inclusive com barras de ferro. Segundo a comunicação do movimento, duas pessoas ficaram feridas.

Segundo militantes, como o local fica próximo a uma via rápida da cidade, muitos carros passavam buzinando e protestando contra o acampamento.

Agora, os manifestantes estão divididos em dois grupos: um em outro terreno próximo à PF e outro no Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba.

Durante o dia, porém, todos continuam reunidos na quadra próxima ao prédio da PF. Eles passam o dia em eventos organizados pelo próprio acampamento. A ideia é manter os dois locais para os manifestantes dormirem e ainda alocar um terceiro terreno, para abrigar novas caravanas, conforme os organizadores.