X
Política

Juíza nega gratuidade de Justiça a Eduardo Cunha

Justiça determinou ainda que sejam penhorados os seus bens 'supérfluos, suntuosos e em duplicidade' encontrados na residência

Cunha alegou que não teria como pagar as custas judiciais do processo por estar preso / Agência Brasil

A juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves, da 52ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), negou o pedido do ex-deputado Eduardo Cunha de gratuidade de Justiça. Determinou ainda que sejam penhorados os seus bens “supérfluos, suntuosos e em duplicidade” encontrados na residência.

A medida, definida pela magistrada como “penhora portas a dentro”, serve para cobrir os R$ 8.425,80 correspondentes à dívida que Cunha tem com o Tribunal de Justiça do Rio.

Após perder a ação contra a Infoglobo, empresa do Grupo Globo, por publicação de um texto do jornalista Arnaldo Jabor que o chamava de “coisa ruim”, o ex-deputado alegou que não teria como pagar as custas judiciais do processo por estar preso e com seus bens bloqueados pela Justiça Federal. Com isso, a juíza da 52ª Vara Cível expediu o mandado de penhora para garantir o pagamento.

Deixe a sua opinião

VEJA TAMBÉM

ÚLTIMAS

Cotidiano

Após três décadas, servidora de São Vicente se aposenta e ganha despedida surpresa

Dona do melhor café, de acordo com seus colegas de trabalho, Hercília foi pega de surpresa com uma despedida de agradecimento pelos serviços prestados

Brasil

Milton Neves perde R$ 17 milhões após golpe de funcionário

O apresentador revelou que o rapaz era seu braço direito e conterrâneo da cidade de Muzambinho, no sul de Minas Gerais

©2021 Diário do Litoral. Todos os Direitos Reservados.

Software