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Política

Exclusivo: Márcio França conta detalhes da articulação da chapa Lula-Alckmin

Em entrevista exclusiva à Gazeta e ao Diário do Litoral, Márcio França conta da possível aliança que pode mexer no cenário eleitoral de 2022

Márcio França, em entrevista à Gazeta e ao Diário do Litoral / Ettore Chiereguini/Gazeta de S. Paulo

Márcio França se tornou um dos protagonistas da discussão política nacional nas últimas semanas, ao ser considerado o principal articulador da possível chapa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (de saída do PSDB) para 2022. Ele garante que nada está fechado, mas afirma que há a possibilidade dessa união a princípio surpreendente de fato acontecer, após acenos positivos de Lula e de Alckmin.

Essa “chapa quente” seria positiva para França rumo ao desejo de ser novamente governador de São Paulo, já que não teria a concorrência de Alckmin. Nesta entrevista exclusiva à Gazeta e ao Diário do Litoral, o pessebista explicou sobre a possível aliança e o que ela já influenciou no cenário político nacional.

França também falou sobre o governador João Doria (PSDB), seu principal desafeto na vida pública, um dos poucos políticos a quem ele dedica publicamente palavras mais duras. “Tudo dele é superficial, rápido e sem profundidade”, sentencia.

Entre o antigo e o atual governador paulista parece só ter uma coisa em comum: ambos serem torcedores apaixonados do Santos Futebol Clube. França, inclusive, jogou pelo infantil do clube, em uma posição que Doria poderia voltar a “acusá-lo” de socialista: a de ponta-esquerda. Sua carreira nos gramados acabou graças ao capitalismo, ao ter uma lesão no pé após pisar durante uma partida em uma garrafa de Coca-Cola. O pé era o direito.

O sr. garante que será candidato a governador?

Garanto. Claro que, na política, todos estamos como se fosse em um oceano: de manhã cedo começa a dar onda, e no dia seguinte está calmo. Só neste último mês já mudaram três vezes essa chapa, e daqui para lá ainda vão mudar muito mais. Mas, se depender da minha vontade, eu serei candidato a governador.

O sr. disse em setembro em entrevista à coluna De Olho no Poder, da Gazeta, que “haveria uma surpresa” em relação ao futuro de Alckmin. Essa surpresa era a agora tão falada chapa Lula-Alckmin?

Não dá para garantir ainda, porque não tem uma decisão, mas não deixa de ser uma surpresa. Só a possibilidade foi uma surpresa. Eu conheço muito o Alckmin, e eu tinha impressão que ele é um homem com vontade e com desejos de contribuir nacionalmente. Ele já esteve no governo quatro vezes, e todo mundo que passa quatro vezes por uma determinada função meio que já deu a sua cota de contribuição, então a pessoa tem a esperança de poder contribuir em outro padrão, tanto que na última se candidatou a presidente.

Mas ele foi mal em 2018...

O que houve foi o seguinte: na outra ele tinha ido para o segundo turno, com 40 e tantos milhões de votos [em 2006], mas nessa última ele pegou o Bolsonaro no auge, e foi jogado para 4% ou 5%, então ninguém lembrava dele. Quando falavam de terceira via falavam de Datena, do Luciano Huck, do Mandetta. Então, na cabeça dele devia ficar pensando: “Poxa, por que será que não pensam em mim? Será que eu fiz alguma coisa tão errada assim? ‘Ah, não, é que o senhor foi muito mal na última’. Sim, mas fui mal porque houve um fenômeno claro, uma facada”. Uma tragédia no meio de uma campanha muda tudo completamente. Quando o Eduardo [Campos] faleceu às 10h05 no avião, às 6 da tarde a Marina já tinha 46% dos votos.

Como está neste momento a possibilidade da chapa Lula-Alckmin?

O que está havendo agora é assim: levantaram a lebre, mas pensaram que o PT fosse responder “imagine, nunca”. Mas então o Lula falou coisas positivas [sobre a união com Alckmin], e teve respostas também positivas. Está ainda muito distante da situação concreta, mas não deixa de ser surpresa pelo menos a embrulhada nacional. E ela já provocou reações no cenário político.

Quais?

Por exemplo, a partir desse movimento foi que Bolsonaro começou a falar mais incisivamente de migrar para o PL e PP, e ele tava falando até então de partidos pequenininhos. É igual um xadrez: eu movimento uma peça, e você movimenta outras peças. Ele reagiu à ação do Alckmin, inclusive falou publicamente “olha, esse Alckmin, querendo ser vice do Lula”. Ele sabe que um movimento desse, uma peça dessa importância, em se movimentando nós podemos estar falando da eleição findar no primeiro turno. Porque, no fundo, o que acontece é que esses nomes que estão na fita aí, Mandetta, Moro etc., têm muita especulação, com pouca certeza de serem candidatos. Na prática, se isso vai acontecer, eu diria que vamos ter muito menos candidatos do que estão aparecendo agora. Pessoalmente, acho Moro muito difícil de ser candidato, muito difícil. Porque o Moro vai estar em busca de um mandato. Se eu fosse ele, estaria.

Para o Podemos, é bom que Moro seja candidato a deputado, não?

Seria sensacional. Ele é um cara para ter 1 milhão de votos. Para ter uma ideia, precisa chegar nessa eleição a dois milhões no Brasil, e um cara como o Moro arruma metade dos votos que o partido precisa no Brasil.

Essa articulação entre Lula e Alckmin não o desgasta com Ciro Gomes?

O Ciro foi meu colega deputado, do meu partido, e eu fui líder dele. A gente não tem grandes amizades, eu não frequento a casa dele, mas eu sinto uma certa afinidade no comportamento. E, na última eleição a prefeito, eles [PDT] estiveram comigo aqui em São Paulo, me ajudaram bastante, e naturalmente ele tem também a expectativa de ter a gente – e a gente que falo é o PSB, muito mais do que eu. Tanto que eu havia o havia convidado para o reality, e foi ele com o Alckmin. A gente tem boa relação. Eu sinto que o Alckmin também tem simpatia por ele, não acho difícil essa junção. Agora, como eu te disse, a política é um xadrez. Você está do lado de cá, com as peças brancas e pretas, do outro lado tem um adversário, mas as peças no xadrez também se mexem. Então, independente do seu adversário mexer, seu cavalo anda sozinho, a torre anda, então tem que ficar correndo atrás.

Para ser vice do Lula nesta articulação, Alckmin viria para o PSB e não para o PSD, certo?

Eu sempre convidei o Alckmin. Se ele puder vir, eu acho ótimo. Ele está convidado, sempre, inclusive para ser candidato a governador. E aí é diferente. Nesse caso, se ele vem para ser candidato a governador pelo PSB, eu me colocaria em outra função. Mas, ele estava meio pensando, e corretamente, na junção de outros partidos. Pensou no PSD, e evoluiu, pensou no União, evoluiu, e estava naquela dúvida para onde vai. No início, nem achavam que ele iria sair do PSDB.

Mas vai sair, não?

Vai sair. Essa é a única coisa certa que eu tenho. No caso do PSD, é uma boa opção para ele, mas é que nesse ínterim, nesses dias passados mais recentemente, o Kassab firmou um compromisso com o [Rodrigo] Pacheco para ser candidato a presidente. Ora, não adianta chamar ele. É como se falasse se o PDT aceitaria o Alckmin para ser vice do Lula. É difícil, por causa do Ciro. Então, nesse caso o que ele teria como concreto seria vir para o PSB.

Com a filiação do Marcelo Freixo, da Tabata Amaral, do Flavio Dino, parece que o PSB quer dar mais as cartas nas próximas eleições. A ideia é o partido ser mais protagonista em 2022?

Veja, nós já construímos uma vez isso. Lá para trás, chegamos a fazer quatro ou cinco governadores, e nós tínhamos o objetivo da eleição de Eduardo Campos para presidente. Nós trabalhamos 20 anos para montar a estratégia Eduardo, e ele veio certinho, como estava combinado, e aí veio o acidente. Me lembro que, em Santos, quando o avião caiu, eu estava lá, uma jornalista perguntou: “O PSB foi enterrado aqui junto com o Eduardo, foi soterrado?”. E eu respondi: “Não, ele foi plantado aqui. Ele vai dar frutos, precisa ter paciência. Vai ter que começar tudo de novo”. Claro que, quando você planeja uma coisa, e estamos falando da Presidência da República, tem que ter movimentos longos, é uma engenharia. Você vai fazer cinco ou seis governos: faz São Paulo, faz Rio, faz Pernambuco, faz Rio Grande do Sul, pronto, você já entrou no jogo para sucessão de quem for presidente. Se eu tivesse ganhado o Governo de São Paulo, eu não tinha mais condições de ser candidato a governador, porque já tinha sido reeleito, então neste instante do que eu poderia ser candidato? A presidente ou a vice. Veja como cada movimento vai mudando o seu roteiro. E nesse instante estamos em outros roteiros.

E essa notícia de que o PSB pediu ao PT apoio a cinco ou seis cabeças de chapa nos estados para possibilitar a chapa Lula-Alckmin, é verdadeira?

É verdadeira. O partido tem um núcleo de pessoas como eu que são muito antigas. Eu tenho 40 anos no partido. Então sou eu, o Beto Albuquerque, do Rio Grande do Sul, o Rodrigo Rollemberg, do Distrito Federal, o [Renato] Casagrande, governador do Espírito Santo, que somos da origem do PSB. Também tem o presidente do partido, Carlos Siqueira, que é o elo entre nós. Nisso, acrescentou Pernambuco, que é o núcleo mais importante, que tem prefeitura. Neste instante, a nossa liderança, digamos, principal para o futuro evidentemente é o João, não sou mais eu, porque eu já tenho 58 anos. Teoricamente, se as apostas forem mais ou menos pela lógica, que tem chance de ter uma carreira mais longeva é o João [Campos]. Ele é o prefeito do Recife, tem 27 anos, é brilhante. Se montarmos uma engenharia, mais cedo ou mais tarde ele vai disputar a presidência da República, evidentemente. Ele vai disputar o governo uma certa hora e vai disputar a presidência. Então tem que ser moldado com paciência.

O PT às vezes é tachado como um partido que se sente autossuficiente, principalmente à presidência, por causa da força do Lula. É difícil negociar com o PT?

Eles têm uma liderança popular, a maior liderança popular do País, e Bolsonaro é uma liderança também popular. Eles são os dois únicos líderes populares do País, com o Lula numa camada de pessoas, digamos, mais humildes. Essas duas grandes lideranças, claro, opinam e influenciam. Se eu tenho essa liderança comigo, eu também divido a força dela comigo. Então, quando você fala com o PT, dizem: “Eu não vou abrir mão de nada, eu quero tudo porque eu tenho o Lula, eu vou puxar pelo 13”. Sinceramente, eles têm todo o direito de fazer isso,

Dizem que há negociações também para o PT abrir mão da candidatura para governador de São Paulo para apoiar Guilherme Boulos. O que acha?

Zero chance, por uma razão simples: se coloque no lugar do Lula. O Lula preferiria ter um candidato a governador que estressa, que é mais a esquerda do que ele próprio? O raciocínio dele é para ganhar.

O PSOL pensa diferente?

Não exatamente o PSOL, mas muita gente pensa: não preciso ganhar, preciso fazer bonito. Se é para fazer bonito aí, legal, tem muitas opções, é só fazer um discurso bonito.

Nas eleições do ano passado o sr. disse que “Boulos é um sujeito legal, mas meu neto também é, e nem por isso quero ele prefeito”, tachando Boulos de idealista. É a isso a que se refere?

Na juventude, tinha uma brincadeira chamada bafo, com figurinhas, e a gente fazia bafo “às vera” ou “às brinque”. No “às brinque”, bate, um ganha, e depois devolvia as figurinhas. Agora, às vera é às vera, se eu perder, perdi, chego em casa sem as figurinhas. Eleição para presidente da República não é às brinque, é às vera. Ou seja, se a gente perde as pessoas passam fome. Se a gente perde, as pessoas morrem. Se a gente perde, tem consequências graves. No dia primeiro de janeiro de 2023, se o Bolsonaro for presidente da República de novo, possivelmente a minha geração não verá outro presidente da República. Porque, evidentemente, a lógica da atuação é a alteração da Constituição e permissão da reeleição e da reeleição, como foi feito na Venezuela e em outros lugares.

O sr. costuma dizer que é um erro duvidar da habilidade política de Bolsonaro...

É um péssimo negócio. O cara está há oito mandatos em Brasília. Ele tem absoluto senso de Congresso, viveu lá, tem o senso de populismo, de fazer gestos que agradem a multidão: garrafa de Coca-Cola de 2 litros, sandália Havaianas, aquilo tudo não é à toa. Ele tem uma caneta enorme na mão, que decide bastante coisa. Por exemplo, vamos ver qual vai ser a reação agora de passar de R$ 200 para R$ 400 [o Auxílio Brasil]. Ele vai medir lá [o crescimento da sua popularidade]. Digamos que ele sinta que R$ 400 ainda não foi suficiente, passa para R$ 600. Não foi suficiente, passa para R$ 800. Não foi suficiente, passa para R$ 1.000. E esse é o núcleo duro do eleitor do Lula. Se você pega esse núcleo, vai minando. Já está na pauta o aumento do servidor público. Agora, a próxima pauta é o 14º salário da Previdência. Ele tem muitos instrumentos. Podem falar que fazer isso não pode porque explode a economia, juro, o mercado não aceita. Dane-se. É o estilo dele, e ele vai meter bala.

Quais são as chances de ele ser reeleito?

Ele é o presidente da República, e o Brasil e os países da América do Sul têm tradição de reeleições. Ele é altamente competitivo, e o Lula sabe disso. Ele ainda tem um truque final, uma estratégia final. Ele e Lula entre homens são pau a pau: 47% a 47%. São as mulheres que desequilibram [a favor de Lula]. Por exemplo, ele pode chegar na última hora e falar que não acredita nas urnas eletrônicas, que não é candidato, e que a sua candidata é Tereza Cristina, ministra da Agricultura. Pronto. O eleitor dele pode transferir para ela, mas o eleitor que é contra talvez não vá com essa mesma fúria contra a ministra. Aí eles têm uma válvula no Congresso, que ele controla hoje, que é meio simpática no mundo político, de fazer igual no Chile e na Argentina de ex-presidente da República virar senador vitalício. Ele passa a ser senador vitalício, não tem mais problema de imunidade, sem direito a voto, sem direito a salário. Mas se ele monetizar a rede social dele hoje ele vai ganhar 50 vezes o que ele ganha como presidente a República.

No plano estadual, por que Doria está tão desgastado com o eleitorado, se ele tinha o cálculo político de que estaria muito mais popular por causa da vacina?

Ele não tinha esse cálculo. Doria é um produtor de eventos, um grande produtor de eventos, o melhor que já conheci. Os eventos produzidos por ele ficam impecáveis, só que os eventos têm que ser curtos. São feitos para um fim de semana, três dias. Ninguém aguenta um seminário de dois anos. Tudo dele é superficial, rápido e sem profundidade. Tem o anúncio, o show, a medalha, acabou, e vamos para outro. Uma espécie de auto-ansiedade para ter outro. O Doria não quer ser prefeito, governador e nem presidente da República: ele quer ser candidato. Ele aprendeu a ser candidato. Percebeu que ser candidato é um evento, e ele é muito bom em evento. Então, se você vai em uma coisa superficial querendo uma coisa profunda você se frustra. Quando as pessoas vêm o Doria, a primeira imagem é até positiva, um cara que fala bem, sabe se comunicar, acorda cedo, é obstinado. Mas não tem coisa mais profunda. Por exemplo, comprar a vacina da China é importante, mas é superficial. Profundo seria uma vacina nossa, e São Paulo tem padrão para ter vacina.

O sr. já disse que ele nem sabia o que era o Butantan direito...

Nem sabia. Tudo isso aconteceu porque ele foi para a China em setembro ou outubro de 2019 abrir um escritório da Invest São Paulo em Shangai. E junto com ele foi o presidente do Butantan, que sequer havia sido nomeado por ele. Quando voltou, fez várias declarações a favor de cloroquina, a favor de que “esse negócio é superficial, não é nada”, e na sequência marcou um Carnaval gigante em São Paulo, não dando bola para o assunto, quando todo mundo da comunidade científica já dava bola. Então ele estava na vibe Bolsonaro. De repente, percebeu que o assunto ia cair contra o Bolsonaro, porque o Bolsonaro, muito durão, não ia saber voltar atrás. Doria resolveu polemizar com Bolsonaro, pegou o outro campo. Ele ficou meio anti-negacionismo. Aí pintou a história da vacina, e ele falou do Butantan e fez o papel dele. Agora, por que o papel dele não foi suficiente para dar popularidade, é porque ele também produz “over”, ele exagera. Por exemplo, todo dia dar entrevista coletiva. E é indeciso: fecha, abre, rodízio de carro, tira o rodízio. Não parece uma coisa sincera. Você ouve ele falando e pensa “pode até ser verdade, mas a sensação é de que é mentira”.

O sr. vai lançar em breve um reality show sobre política. Como será?

O reality é uma tentativa de atingir um público que a gente não consegue atingir, com uma linguagem mais simples. Traduzir em uma linguagem mais simples coisas complexas, decisões políticas que tem que ser tomadas, como maioridade penal, casamento entre pessoas do mesmo sexo ou aborto.Dez mil jovens se inscreveram. Escolhemos 12, colocamos os participantes confinados em um hotel e passamos a fazer debates entre eles. Eles sabiam quais eram os temas, então se preparavam, mas não sabiam se iam ser a favor ou contra. Então, gente que era a favor da liberação das drogas, por exemplo, caiu para defender contra.

É como acontece na política?

Sim, às vezes você tem uma opinião, mas seu partido decidiu o contrário, ou seus eleitores acham o contrário, e você fica na dúvida de como se comportar. Foram eliminados dois de cada vez, até chegar à final. Agora estamos editando, na outra semana vamos começar a publicar, e pode resgatar um dos que foram eliminados de volta. Vão ficar três. Todos os 12 já ganharam bolsa de estudo da Faculdade Miguel Arraes, com curso de Tecnólogo em Gestão Pública, e o campeão irá para Brasília ficar uma semana lá conhecendo como funciona a engenharia do Supremo, Presidência da República, Congresso. Depois, faremos duas etapas em São Paulo e cinco etapas no interior, e aí tira o vencedor de cada um deles, e vai para uma grande final. Na grande final, o vencedor escolherá um curso para fazer em qualquer faculdade do mundo, e também acho que conseguiremos oferecer um carro 0 km. A ideia é incentivar os jovens a participar de política e saber que, embora a política tenha linguagem de politiquês, tem assuntos que são muito reais na vida das pessoas. O programa vai ser exibido pelas redes sociais, mas também estamos negociando com um canal fechado.

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