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Política

Dois secretários e um diretor deixam cargos no Ministério da Economia

O ministro Paulo Guedes perdeu nomes da cúpula da Economia desde o começo do governo Jair Bolsonaro (PL)

No caso das exonerações publicadas nesta quarta-feira (19), os dois secretários devem assumir outras funções / Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Dois secretários e um diretor do Ministério da Economia tiveram a exoneração publicada na edição desta quarta-feira (19) do Diário Oficial da União. Todas as saídas foram registradas como "a pedido" dos próprios funcionários. Procurado, o Ministério da Economia ainda não se manifestou sobre as exonerações.

Cristiano Rocha Heckert deixou o cargo de secretário de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital.

Gustavo José de Guimarães e Souza foi exonerado da função de secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria da Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento.

Já Mauro Sergio Bogea Soares deixou o cargo de diretor de programa da Secretaria Especial da Receita Federal.

O ministro Paulo Guedes perdeu nomes da cúpula da Economia desde o começo do governo Jair Bolsonaro (PL). Em outubro de 2021, quatro secretários da equipe econômica pediram demissão por discordarem de manobras para turbinar gastos no ano eleitoral.

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No caso das exonerações publicadas nesta quarta-feira (19), os dois secretários devem assumir outras funções.

Heckert foi escolhido em dezembro para ser o novo diretor-presidente da Funpresp-Exe (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo).

Já Guimarães recebeu convite para atuar fora do governo. A secretaria antes ocupada por ele tem debatido a regulamentação das apostas esportivas no Brasil.

Também foi confirmada nesta quarta-feira (19) a demissão de Alexandre Avelino Pereira do cargo de diretor de Gestão e Planejamento do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). O auditor da CGU Jofran Lima Roseno foi nomeado para esta função.

Às vésperas do Enem de 2021, o Inep passa por uma crise histórica com a debandada de servidores de postos-chave e denúncias de interferência no conteúdo do exame e de assédio moral.

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