Dilma anuncia investimentos para mobilidade e combate à enchente, em SP

Participaram da assinatura dos contratos, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho e o governador Geraldo Alckmin

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26 JUN 201413h38

A presidenta Dilma Rousseff esteve na capital paulista na manhã de hoje (26) para anunciar investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para melhorar a mobilidade paulistana e combate à enchente. O governo federal investirá, nos dois programas, um total de R$ 2,6 bilhões.

Ao custo de 1,6 bilhão  a construção da linha 6 – Laranja vai ligar o centro, e as regiões oeste e norte da cidade, passando por bairros como São Joaquim, Freguesia do Ó e Brasilândia, totalizando 16 quilômetros. A linha Laranja atenderá várias universidades, como a Fundação Armando Alvares Penteado, Faculdade Getulio Vargas e a Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Participaram da assinatura dos contratos, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho e o governador Geraldo Alckmin. “Esta será a linha das universidades, importante para a qualidade de vida dos estudantes”, destacou o governador.

Além do metrô, o governo federal vai investir R$ 2 milhões em corredores exclusivos de ônibus, no total de 51 quilômetros. “É o metrô sobre rodas, porque permite rapidez maior. É como ir da cidade de São Paulo até Ferraz de Vasconselos”, disse Dilma.

A presidenta Dilma Rousseff esteve na capital paulista na manhã de hoje (26) para anunciar investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2)  (Foto: Agência Brasil)

Duas cidades da região metropolitana também vão receber investimentos em mobilidade. Em Mauá, um viaduto vai ser construído exclusivamente para o transporte coletivo e, em Ribeirão Pires, serão feitas a transposição de via férrea, que reduzirá em 25 minutos o percurso entre o centro e o bairro, além de a construção de faixas de transporte coletivo. No total, as intervenções nas duas cidades custarão R$ 96,5 milhões.

No combate as enchentes, quatro reservatórios de água, ao custo de R$ 651 milhões vão auxiliar no escoamento de água fluvial no município. Além disso, vai ser efetuada intervenções em bacias da cidade. “Nós sabemos que a chuva, quando causa enchentes, impõe perdas e coloca em risco a vida das pessoas, crianças, adultos, e também, numa cidade desta dimensão, cria problemas de fluidez no tráfego”, destacou a presidenta.

Depois do encontro na capital paulista, a presidenta Dilma segue para a cidade de Santos, no litoral paulista, onde vai anunciar melhorias para a região da Baixada Santista.