De Cuba, Cristina Kirchner viaja a países asiáticos

Presidenta argentina esteve em Cuba para visitar o presidente venezuelano Hugo Chávez, hospitalizado no país desde 11 de dezembro.

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12 JAN 201315h21

A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, seguiu neste sábado (12) de Cuba para a Ásia, onde passará 11 dias, em visita aos Emirados Árabes, à Indonésia e ao Irã. Cristina chegou ontem (11) a Havana para visitar o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que está em tratamento de saúde na capital cubana desde dezembro.

Ontem, a presidenta encontrou-se com o líder cubano Fidel Castro e com seu irmão e presidente do país, Raúl Castro. Durante o encontro, eles conversaram sobre as relações entre os dois países e temas da atualidade regional e internacional.

Na oportunidade, Cristina Kirchner expressou solidariedade ao presidente venezuelano, que se recupera em Havana, de cirurgia para retirada de um câncer na região pélvica, no dia 11 de dezembro. Foi a quarta cirurgia a que Chávez, de 58 anos, foi submetido em um ano e meio.

Cristina Kirchner expressou solidariedade ao presidente venezuelano, que se recupera em Havana, de cirurgia para retirada de um câncer na região pélvica, no dia 11 de dezembro. (Foto: Divulgação)

"Esta não é uma visita para fazer comentários e dar entrevistas, mas de solidariedade e acompanhamento a alguém que é um amigo, um companheiro que muito ajudou à República Argentina quando ninguém a ajudava", disse a presidenta, ao sair do hotel onde se hospedou em Havana.

Reeleito em outubro para o quarto mandato presidencial, Hugo Chávez não pôde comparecer às cerimônias de posse, marcadas para a última quinta-feira (10), mas o Tribunal Supremo de Justiça, a Suprema Corte venezuelana, aceitou o pedido do governo de adiamento da posse até que ele possa voltar ao país para assumir o cargo de presidente.

Naquele dia, o vice-presidente,Nicolás Maduro, que ficará no lugar de Chávez por tempo indeterminado, comandou manifestação popular de apoio ao presidente reeleito, que reuniu milhares de pessoas em frente ao Palácio Miraflores, no centro de Caracas, além de chanceleres e chefes de Estado e de governo de diversos países vizinhos.