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Política

Brasil não pode ir pelo caminho da violência política, diz Marina Silva ao votar no Acre

Em sua terra natal, a candidata que começou com 16% de intenção de voto nas pesquisas e caiu para 3%

Folhapress

Publicado em 07/10/2018 às 13:22

Atualizado em 07/10/2018 às 13:25

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Marina não quis responder questões sobre um possível segundo entre Haddad e Bolsonaro / Reprodução/Facebook

A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, afirmou neste domingo (7) que o país não pode ir pelo caminho da violência política e criticou os adversários Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

"Durante esse primeiro turno nós tivemos o assassinato da vereadora Marielle Franco, as tentativas de morte na caravana no presidente Lula, o atentado ao candidato Bolsonaro. O Brasil não pode ir pelo caminho da violência política como acontece na Venezuela", afirmou, depois de votar na sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), em Rio Branco, capital do Acre.

"Nos temos que combater tudo que ameaça a democracia brasileira, a estabilidade econômica, social e política do Brasil. Dos dois lados nós temos populismo de direita e populismo de esquerda", disse.

Em sua terra natal, a candidata que começou com 16% de intenção de voto nas pesquisas e caiu para 3% no Datafolha divulgado neste sábado (6), chegou para votar acompanhada do marido, Fábio, e de uma das seis irmãs, Maria de Jesus. Na porta da seção, militantes da Rede aguardavam a candidata.

"O Brasil vive hoje um momento difícil, uma grave crise econômica, social e sobretudo uma crise profunda de valores, e os dois partidos que estão fazendo hoje a polarização não são uma alternativa à sociedade brasileira", afirmou a candidata.

Apesar da queda acentuada nas pesquisas, Marina não quis responder questões sobre um possível segundo entre Haddad e Bolsonaro. "Essa pergunta tem que ser feita depois da apuração. O veredito só sairá depois disso", afirmou, quando questionada se tinha tomado decisão sobre apoiar uma candidatura ou permanecer neutra.

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