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Política

Bolsonaro nega convite a diretor de hospital para a Saúde

O nome de Henrique Prata circulou na semana passada, e o médico se mostrou disposto à missão

Bolsonaro negou a aliados que tenha convidado o diretor do Hospital Amor para ser seu ministro da Saúde / Divulgação/Fotos Públicas

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) negou a aliados que tenha convidado o diretor do Hospital Amor, o antigo Hospital do Câncer de Barretos, para ser seu ministro da Saúde se vencer a eleição presidencial.

O nome de Henrique Prata circulou na semana passada, e o médico se mostrou disposto à missão. Nesta manhã, Bolsonaro reiterou a afirmação ao conceder uma entrevista à Rádio Jornal, de Barretos.

"Nunca conversamos sobre essa possibilidade. Não quero desmerecê-lo, quero restabelecer a verdade", disse.
Bolsonaro disse ainda que o objetivo de seu governo é fazer o Brasil "ser igual há 40, 50 anos atrás".

Ele falava majoritariamente da insegurança das grandes cidades, defendendo o encarceramento como solução.

"Cadeia não recupera ninguém. Cadeia é para tirar o elemento da sociedade", afirmou.

Voltou a queixar-se de educação sexual na escola, dizendo que "quem ensina sexo para criança é o papai e a mamãe".

Questionado sobre sua frase antiga na qual defendia que mulheres ganhavam menos porque engravidavam, voltou a se defender, dizendo que não quis afirmar aquilo.

Disse que a isonomia é prevista na CLT, mas escorregou novamente. "Nunca vi mulher reclamando que ganha menos do que homem", disse.

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