Assessor de Dilma vai a Cuba para acompanhar tratamento de Chávez

Marco Aurélio Garcia esteve em Havana para acompanhar o tratamento do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

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04 JAN 201313h56

O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, esteve em Havana, capital de Cuba, para acompanhar o tratamento do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Garcia passou apenas um dia na cidade, conversou com autoridades venezuelanas e cubanas e, em seguida, retornou para o México, onde está de férias. A expectativa é que na segunda-feira (7) Garcia retorne ao trabalho em Brasília.

Durante a visita, Garcia telefonou para o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, para relatar o conteúdo de suas conversas. O assessor especial é um dos mais próximos do governo brasileiro de Chávez e do presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro. Garcia foi o primeiro enviado do Brasil a Cuba após o agravamento do estado de saúde de Chávez.

Garcia é  assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República,  passou apenas um dia na cidade, conversou com autoridades venezuelanas e cubanas. (Foto: Divulgação)

Há cerca de um mês Chávez está hospitalizado em Havana para tratamento de combate ao câncer. No último dia 11, foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno na região pélvica. Em 18 meses, foram quatro cirurgias. O presidente venezuelano não é visto em público desde o começo de dezembro.

Na quinta-feira (3) ministro da Comunicação e Informação da Venezuela, Ernesto Villegas, ocupou cadeia nacional de rádio e televisão para ler um comunicado, no qual informou sobre a insuficiência respiratória grave identificada em Chávez. Durante a cirurgia, o presidente sofreu uma hemorragia e depois teve complicações respiratórias.

Nos últimos dias, aumentaram os rumores sobre o agravamento do estado de saúde do presidente venezuelano. As filhas e o irmão Adám Chávez estão em Havana para acompanhar o tratamento. Ontem Maduro esteve em Havana e, ao retornar para a Venezuela, pediu apoio da população e criticou o que chamou de “guerra piscológica” o uso dos rumores sobre o estado de saúde do presidente.