Velório do Japonês do Funk será às 18 horas

Ele foi encontrado morto, de madrugada, em seu escritório

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28 NOV 201215h44

Encontrado morto na madrugada desta quarta-feira (28), o empresário e ex-candidato a vereador Ricardo Yoshimi Arato Vatanabe, de 42 anos, mais conhecido como "Japonês do Funk", teve seu velório confirmado para as 18 horas de hoje na Memorial Necrópole Ecumênica, no Marapé. Seu corpo foi encontrado em seu escritório no Marapé, em Santos.

A notícia da morte de Japonês do Funk fez muitas pessoas postarem mensagens nas redes sociais, especialmente no Facebook. Poucos acreditam que ele tenha se suicidado, por ele ser extrovertido.
 
A Polícia Militar foi acionada por volta das 2 horas da manhã, e ao chegar ao escritório do ex-candidato a vereador, na Rua Nove de Julho, 18, encontrou o corpo de Ricardo enforcado com um fio em cima de uma cadeira. Não havia sinais de arrombamento. 
 
Três câmeras de segurança funcionam no imóvel. Uma filma imagens do lado de fora, uma dentro da sala, voltada para a porta de entrada, e a terceira fica em uma escadaria. O equipamento foi apreendido, mas de acordo com a polícia, as gravações só aconteceram até às 20 horas de terça-feira (27). Também foi apreendida ainda uma carteira com 101 dólares.
 
O corpo está no Instituto Médico Legal (IML) de Santos, onde está sendo realizado o exame necroscópico.
 
Em 2008 e 2012, Ricardo foi candidato a vereador de Santos pelo PP. Sua maior chance de chegar ao plenário foi em 2008, quando obteve 2.699 votos e ficou como suplente da coligação de seu partido. Na eleição de outubro, ficou bem longe de se eleger porque a legenda e a coligação ficaram distantes do quociente eleitoral.
 
Nesta última eleição, sua candidatura chegou a ser questionada pela Justiça Eleitoral.O motivo foi a distribuição de canecas, em festas na sua casa noturna (Fantastic Choperia, situada na divisa entre Santos e São Vicente. A caneca trazia seu número de campanha, 11.111.

O velório de Ricardo acontece às 18 horas de desta quarta na Memorial Necrópole Ecumênica, no Marapé (Foto: Reprodução/Facebook)
 

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