Homem em situação de rua é indiciado por morte de cabeleireira em Itanhaém

Na quinta-feira (29), a Polícia Civil representou ao Poder Judiciário um pedido de prisão temporária do suspeito

Os investigadores da DIG identificaram dentro do apartamento de Lindsey, que houve luta corporal entre a vítima e o responsável pelo crime.

Os investigadores da DIG identificaram dentro do apartamento de Lindsey, que houve luta corporal entre a vítima e o responsável pelo crime. | Divulgação/Polícia Civil

Um homem de 51 anos, que vive em situação de rua, é considerado suspeito de estar envolvido na morte de uma cabeleireira de 40 anos em Itanhaém. O corpo da vítima foi encontrado dentro de seu próprio apartamento, localizado no bairro Oásis, na última segunda-feira (26), com as pernas amarradas e a cabeça coberta por cobertores. A vítima teria morreu por asfixia.

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A investigação conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) contou com o auxílio de imagens de monitoramento do condomínio que permitiram a identificação do suspeito. Além disso, fragmentos de impressões digitais e um cartão bancário deixado pelo homem no local do crime foram cruciais para sua identificação e a descoberta de endereços antigos associados a ele.

Com base nas evidências, os investigadores concluíram que a vítima saiu do prédio onde morava na sexta-feira passada (23) com um homem alto, magro e com barba grande. Posteriormente, o homem foi visto retornando sozinho ao prédio e solicitando a abertura do portão. Cerca de 15 minutos depois, a cabeleireira apareceu e entrou no imóvel. Por volta das 19h30, o suspeito deixou o prédio utilizando as chaves da vítima, que não foi mais vista com vida. Uma testemunha teria confirmado a presença do suspeito no local.

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Por meio de informações, os agentes da DIG iniciaram diligências e descobriram que o homem vivia em situação de rua, sendo frequentemente avistado nas proximidades de pontos de venda de drogas.

Na quinta-feira (29), a Polícia Civil representou ao Poder Judiciário um pedido de prisão temporária do suspeito.

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CASO

Uma mulher de 40 anos foi encontrada morta com as pernas amarradas por um cadarço de tênis e a cabeça enrolada em cobertores dentro do próprio apartamento em Itanhaém, no litoral de São Paulo. A Polícia Civil informou que, pelos ferimentos, a suspeita é de que ela tenha sido morta por asfixia. O autor do crime ainda não foi identificado.

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Lindsey Rodrigues estava com sinais que indicam um traumatismo frontal na cabeça. A investigação apontou que a vítima foi vista pela última vez na sexta-feira (23) e, desde então, permanecia desaparecida sem entrar em contato com os familiares. Por causa do estado do corpo, a suspeita da perícia é que a vítima teria sido morta 48h antes de ser encontrada.

Os investigadores da DIG identificaram dentro do apartamento de Lindsey, que houve luta corporal entre a vítima e o responsável pelo crime. Parentes da vítima e moradores do prédio já prestaram depoimento à polícia.

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Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que a Polícia Militar foi acionada e, no local, encontrou a vítima com as pernas amarradas em um quarto da residência. 

Ainda de acordo com a SSP-SP, a perícia foi acionada ao local e Lindsey foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML). O caso foi registrado como homicídio na DIG de Itanhaém.