Sargento da PM é baleado após equipe do Baep ser recebida a tiros em Guarujá

Vítima recebeu atendimento médico após ter sido baleada na perna e foi liberada de hospital na tarde desta sexta-feira (9)

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09 AGO 2019Por LG Rodrigues16h40
Policial ficou internado no Hospital Don Domênico, em Guarujá, até a tarde desta sexta-feira (9)Foto: Divulgação/Hospital Don Domênico

Equipes do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) foram recebidas a tiros no começo da noite desta quinta-feira (8) enquanto realizavam patrulhamento de rotina em uma comunidade de Guarujá. Durante o tiroteio, um sargento da Polícia Militar foi atingido e precisou ser internado. O profissional foi internado no Hospital Don Domênico, onde recebeu atendimento médico antes de ser liberado nesta sexta-feira (9).

Segundo informações da Polícia Militar, o tiroteio ocorreu logo no momento em que os policiais chegavam à comunidade popularmente conhecida como Prainha, que fica localizada entre os bairros Pae Cará e Vila Alice, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá. O conjunto fica a poucos quilômetros do Itapema e do Jardim Monteiro da Cruz.

Os agentes da PM realizavam diligências pela comunidade na região da Rua Mato Grosso quando os tiros começaram. Um sargento de 40 anos foi atingido na região da coxa durante a ação e precisou ser socorrido.

A vítima foi encaminhada até o Pronto Socorro Doutor Matheus Santa Maria (PAM da Rodoviária) antes de ser levado até o Hospital Don Domênico onde ficou internado durante pouco mais de 24 horas. De acordo com informações da Polícia Militar, o quadro geral do sargento ficou estável durante a internação e sem correr risco de morte. A assessoria de imprensa da unidade de saúde confirmou que o policial seguiu internado até as 16h30 desta sexta-feira com um ferimento de bala na coxa direita, mas ele se recupera bem e recebeu alta médica e deverá continuar seu tratamento em casa.

O caso foi registrado na Delegacia Sede de Guarujá como tentativa de homicídio. As equipes policiais seguem realizando diligências pela comunidade para tentar identificar os autores dos disparos contra as viaturas do Batalhão de Ações Especiais de Polícia e outros suspeitos que possam estar envolvidos na ação. Até o momento, ninguém foi preso.