Polícia prende suspeito de furtar loja da irmã de Jair Bolsonaro

Autoridades apuram a participação de Otavio em outros crimes da mesma natureza em diversos municípios do Vale do Ribeira

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11 SET 2019Por LG Rodrigues16h21
Loja da irmã de Jair Bolsonaro foi furtada por homem em CajatiFoto: Divulgação / Polícia Civil

Um homem foi preso na manhã desta quarta-feira (11) sob suspeita de ter furtado um estabelecimento comercial que pertence à irmã do atual presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) no município de Cajati, na região do Vale do Ribeira. O crime ocorreu no dia 9 de setembro, mas só foi esclarecido e divulgado pelas autoridades após o suspeito ter sido preso.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter-6), as autoridades foram acionadas na segunda-feira (9) para investigar um furto ocorrido em uma loja que vende utensílios domésticos e que pertence a Vânia Rubian Bonturi Bolsonaro, irmã de Jair Bolsonaro.

A vítima se dirigiu à delegacia de polícia de Cajati no mesmo dia do crime, logo após chegar e perceber que vários objetos haviam sido furtados. Em seguida, equipes de investigação da própria Polícia Civil começaram a realizar diligências no município e identificaram que um homem identificado como Otávio da Silva, de 33 anos, seria o autor do crime.

Após localizar a residência do suspeito, os agentes da Polícia Civil se deslocaram até o imóvel, localizado no bairro Cachoeirinha, onde encontraram o homem. Durante uma revista pela casa, eles encontraram um notebook, um celular e uma pequena quantia. Todos os itens haviam sido furtados do estabelecimento comercial da irmã do presidente da República.

Durante interrogatório, Otavio confessou que teria sido o autor do furto. Os policiais ainda apreenderam um boné e uma camiseta que o suspeito teria usado no dia em que invadiu o estabelecimento comercial de Vânia.

Agora, as autoridades apuram a participação de Otavio em outros crimes da mesma natureza em diversos municípios do Vale do Ribeira, uma vez que ele já possui histórico e passagem criminal por outros delitos ao patrimônio.

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