Polícia identifica golpe de venda de colchões contra idosos em Guarujá

Trio de estelionatários foi encontrado pelas autoridades em Guarujá e pedido de prisão preventiva já foi feito

Agentes da Polícia Civil de Guarujá identificaram três pessoas envolvidas em crimes de estelionato contra idosos. De acordo com investigadores da Delegacia de Polícia Sede, os suspeitos conseguiam roubar dinheiro das vítimas a partir de um esquema fraudulento de vendas de colchões.

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Segundo informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter-6), as autoridades cumpriram mandados de busca e apreensão no dia 30 de julho na residência de Sergio Espinosa Junior, de 40 anos, no bairro Jardim Boa Esperança.

No local, eles encontraram diversos documentos de propostas para empréstimos assinadas por vítimas dos crimes, além de outros contratos em branco e máquinas de cartão de crédito e celular usados durante os delitos. A polícia descobriu que os criminosos utilizavam artifícios falsos anunciando a venda de colchões, e solicitavam os cartões de crédito das vítimas para efetuar as vendas. Ao final do processo, os idosos haviam assinado documentos em branco e realizado empréstimos fraudulentos.

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Além de Sérgio, a operação da Polícia Civil permitiu identificar Ricardo Pinheiro da Silva, de 43 anos, que também participava dos crimes. Os dois suspeitos foram encaminhados até a delegacia, onde eles já foram reconhecidos por duas vítimas dos golpes. Os dados de cadastro que estavam inseridos na máquina de cartão crédito também levaram à identificação da esposa de Sergio como uma das participantes nos delitos. Com a participação de três pessoas, as autoridades identificaram a existência de uma associação criminosa.

O trio foi indiciado pela prática de estelionato e associação criminosa. As autoridades continuam empenhadas em diligências com o objetivo de identificar outras vítimas. Apesar de ter identificado os três primeiros suspeitos, eles não foram detidos, mas um pedido de prisão preventiva já foi feito pelas autoridades.

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O delegado Marco Antonio ainda pede que outras vítimas de golpes similares se dirijam à polícia para tentar identificar se forem vítimas dos mesmos estelionatários. Até o momento, as autoridades já encontraram pessoas que caíram no golpe desde maio deste ano.