Mulher é presa por tráfico após tentar entrar em CDP com maconha em babador de bebê

A acusada visitaria o marido no Centro de Detenção Provisória de Praia Grande e foi barrada por agentes penitenciários

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27 AGO 2018Por Gilmar Alves Jr.21h30
Agentes de segurança penitenciários encontraram quatro gramas da droga dentro do babadorAgentes de segurança penitenciários encontraram quatro gramas da droga dentro do babadorFoto: Divulgação/SAP

Uma mulher de 25 anos foi presa por tráfico de drogas no domingo (26) ao tentar entrar no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Praia Grande com maconha no babador de seu bebê, de três meses. A acusada iria visitar o marido.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), os agentes de segurança penitenciários encontraram quatro gramas da droga ocultos por costura no babador.

Após ser autuada na Delegacia Sede de Praia Grande, a mulher foi recolhida à cadeia.

Procurada pelo Diário do Litoral, a assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) não soube informar até a noite desta segunda-feira (27) o resultado da audiência de custódia.

O resultado, ainda segundo o órgão, deverá ser divulgado na manhã desta terça-feira (28).

Outros flagrantes

No final de semana, outras três mulheres foram autuadas por tráfico após serem barradas com drogas na Penitenciária II de São Vicente.

No domingo, foram outros dois flagrantes. “Durante a manhã, uma jovem de 19 anos e uma mulher de 24 anos foram surpreendidas com invólucros de maconha em suas genitais”, informou a pasta.

“Carregavam, respectivamente, 11 gramas e 14 gramas da erva. A droga foi detectada quando as duas foram submetidas à revista pelo body scanner”, detalhou a secretaria.

No sábado, na mesma unidade, uma visitante de 35 anos foi flagrada, em escaneamento, com 32 gramas de maconha e 66 gramas de pasta base de cocaína também na vagina.

Todas as acusadas tiveram seus nomes suspensos do rol de visitas da SAP.

“As direções das unidades prisionais enviaram comunicados para a Vara de Execuções Criminais, além de instaurarem Procedimento Disciplinar Apuratório”, disse a secretaria.