Polícia
Conhecida pelo vulgo de vilã, a investigada de 44 anos exercia papel estratégico de 'sintonia geral' e foi presa em imóvel no bairro Guapurá
As autoridades de Itanhaém prenderam uma mulher de 44 anos, conhecida pelo apelido de Malévola / Divulgação/Polícia Civil
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Em uma operação realizada por volta das 6h desta quinta-feira (12), os policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Itanhaém cumpriram mandados de busca e apreensão que resultaram na prisão de uma mulher de 44 anos, conhecida pelos apelidos de “Malévola” e “Loira”.
Segundo a investigação, ela ocupava posição de "sintonia geral dos Estados" de uma organização criminosa, liderança feminina atuante com ramificações em Itanhaém, municípios do litoral paulista e regiões mais afastadas.
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A ação é resultado de investigação conduzida nas últimas semanas, que incluiu análise de conversas telefônicas, monitoramento de terminais e diligências de campo. Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial solicitou medidas cautelares, autorizadas pela Justiça, permitindo o cumprimento dos mandados nesta quinta.
A "Malévola" foi localizada em um imóvel na Rua Um, no bairro Guapurá, apontado como um dos locais de influência operacional da investigada. A operação foi realizada de forma coordenada, com foco em segurança e cumprimento das determinações judiciais.
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Durante as buscas, os policiais apreenderam celulares, máquinas de cartão e cadernos com anotações. Conforme a polícia, os materiais indicam possível divisão de tarefas e registros de movimentações internas da organização. As análises preliminares apontam que a mulher exercia função de coordenação e comunicação entre integrantes que atuavam em diferentes cidades.
Os cadernos que foram apreendidos continham listas de contatos operacionais e registros de repasses internos, além de movimentações que sustentavam setores distintos da atividade criminosa. As informações extraídas dos aparelhos celulares também passarão por perícia,. Todo o material será analisado pelo Instituto de Criminalística.
A investigada foi presa em flagrante, conduzida à unidade policial para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhada ao sistema prisional. A DISE informou que as investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos no grupo.
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