Laudo pericial afirma que bala que matou PM da Rota não saiu de arma apreendida pela polícia

A arma, da marca Taurus, foi encontrada em um beco do Guarujá quatro dias após a morte do soldado Reis e estava embrulhada em uma sacola

Patrick Bastos Reis, soldado da Rota, foi morto em Guarujá em 28 de julho

Patrick Bastos Reis, soldado da Rota, foi morto em Guarujá em 28 de julho | Reprodução

A bala que foi utilizada para atingir e matar o soldado da Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), Patrick Bastos Reis, no dia 27 de julho, em Guarujá, não saiu da arma atribuída a Erickson David da Silva, o Deivinho. A informação é do laudo pericial elaborado pelo Centro de Exames, Análises e Pesquisas (Ceap) de Balística, do Instituto de Criminalística.

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A arma, da marca Taurus, foi encontrada em um beco do Guarujá quatro dias após a morte do soldado Reis e estava embrulhada em uma sacola. A pistola semiautomática calibre 9 milímetros tem a numeração raspada. Segundo o laudo, a arma foi encontrada descarregada.

Erickson David da Silva nega que tenha atirado contra a viatura em que estava Patrick.
 

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No dia 15 de agosto, Devinho passou por um exame de orientação do IC de residuografia metálica em tiras com cátion chumbo, onde foi feita a coleta nas duas mãos de Deivinho e o resultado foi negativo.

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Esse exame apontou que o suspeito pode não ter atirado contra o policial. Contudo, esse teste não é considerado conclusivo por diversos fatores.

O estudo foi anexado nesta quarta-feira (18) à manifestação do Ministério Público (MP).