Homem é preso ao tentar abrir conta com documentos falsos no Boqueirão, em Santos

Objetivo do acusado era obter uma máquina de cartões; polícia suspeita que uso seria para estelionatos

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14 OUT 2019Por Gilmar Alves Jr.18h46
Documentos falsos apreendidos na ação policial, que ocorreu na sexta-feira (11)Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem de 39 anos, morador de Barueri (Grande SP), foi preso em flagrante na sexta-feira (11) sob a acusação de tentar abrir uma conta em um banco no Boqueirão, em Santos, com documentos falsos. O objetivo do acusado era obter uma máquina de cartões. Para a Polícia Civil, o uso seria para crimes de estelionato.

O flagrante, por volta das 13 horas, foi realizado após policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos serem acionados pela agência bancária, situada na Avenida Epitácio Pessoa.

Consultas aos sistemas policiais, com confrontos dos dados passados pela agência bancária, indicaram que o homem estava usando nome falso para a abertura da conta.

Na diligência, os investigadores, sob o comando de Paulo Carvalhal e do delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, titular da DIG, encontraram carteira de trabalho e um comprovante de residência no lixo em nome de terceiro um banheiro.

Um funcionário entregou aos policiais civis a CNH e o contrato de abertura de conta bancária no nome de terceiro, informando aos policiais que o acusado se apresentara com esse nome e fornecera aquela documentação para abrir a conta e ter acesso à máquina de cartões para cobrança em débito e crédito.

A CNH e a carteira de trabalho adulteradas continham a fotografia do acusado.

Após o flagrante, os investigadores ainda abordaram nas imediações da agência o irmão do detido.

O homem alegou ter apenas levado o irmão ao banco de carro, mas disse que desconhecia o uso dos documentos falsos.

Após o registro do flagrante na DIG, o acusado foi recolhido à cadeia anexa ao 5º Distrito Policial (Bom Retiro).

Preventiva

Em audiência de custódia no sábado (12), o acusado teve a prisão convertida em preventiva, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).