Guarda Ambiental desmonta barraco em área congelada, no Bairro Ribeirópolis

Responsáveis fugiram, deixando para trás ferramentas usadas no crime

Equipes da Guarda Ambiental foram acionadas ao local e encontraram alguns galos e materiais utilizados na prática, que é crime ambiental

Equipes da Guarda Ambiental foram acionadas ao local e encontraram alguns galos e materiais utilizados na prática, que é crime ambiental | Divulgação/PMPG

Um barraco em construção foi demolido em uma área monitorada pela  Prefeitura de Praia Grande. A ocorrência foi flagrada pelos Guardas  Ambientais da Cidade. Quando chegaram no local, não havia ninguém,  porém os responsáveis deixaram para traz diversas ferramentas. A  construção tinha características de ser recente.

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O barraco com cerca de 4 metros quadrados foi montão a partir de  caibros fixados no chão, com paredes feitas de folhas de compensado. A  construção ainda não tinha telhado instalado, porém os materiais  usados são novos, o que sugere construção muito recente.

Outra evidência de ser crime recente é o fato de os envolvidos terem  deixado para trás as ferramentas usadas no desmatamento da região.  Enxadas, cavadeiras, pás e outros e mais materiais foram apreendidos.

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De acordo com o inspetor da Guarda Ambiental, Fábio Marques, apesar de  ser um barraco relativamente pequeno, a área desmatada na região é  muito maior. “É proibido construir nessa região e nós monitoramos  constantemente esta e outras áreas da Cidade para evitar invasões”.

Áreas congeladas são locais invadidos, cujos moradores antigos foram  cadastrados pela Secretaria de Habitação (Sehab) e aguardam a inclusão  em programas habitacionais do Município. Essas áreas são  constantemente monitoradas por câmeras, imagens de satélites e drones.

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A população pode ajudar denunciando invasões em toda a Cidade, por  meio do telefone 153, da Guarda Ambiental, ou pelo 162, o canal da  Ouvidoria Municipal.

Comissão
A Prefeitura de Praia Grande conta com uma Comissão  Especial de Proteção das Áreas de Preservação. O principal objetivo é  identificar todas as ocupações desordenadas em áreas de preservação e  risco, estabelecendo as medidas necessárias para a proteção desses  espaços e também das famílias ocupantes. O órgão é composto por  representantes das secretarias de Habitação (Sehab), Meio Ambiente  (Sema), Urbanismo (Seurb), Assuntos de Segurança Pública (Seasp), além  da Procuradoria Municipal.