Polícia

'Ele sente minha dor': brasileira que se diz alma gêmea de Jung Kook, do BTS, é indiciada na Coreia

Daliane Ferreira, natural da Paraíba, foi presa em janeiro após tentar invadir a casa de Jung Kook em Seul. Agora, responderá por violação da Lei Anti Perseguição e invasão de propriedade

Nathalia Alves

Publicado em 04/03/2026 às 15:02

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Abordada duas vezes pela polícia antes da prisão, brasileira ignorou medidas e voltou à residência do cantor, resultando em detenção imediata / Reprodução/Wikimidia

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A brasileira presa em janeiro por perseguir o cantor Jung Kook, integrante do famoso grupo de K-pop BTS, foi agora indiciada e será julgada na Justiça da Coreia do Sul. Detida após tentar invadir a residência do cantor, em Seul, a stalker já era conhecida pelos investigadores por ocorrências anteriores envolvendo o artista.

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O caso foi formalizado por promotores do Distrito Oeste de Seul após denúncia da Divisão de Investigação de Crimes contra Mulheres e Crianças no último 27 de fevereiro, de acordo com a revista norte-americana Billboard.

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A mulher, que é identificada como “A” no inquérito, foi acusada de violar a Lei Anti Perseguição sul-coreana e de invasão de propriedade. Ela já estava sob custódia antes da denúncia formal.

A stalker é uma brasileira chamada Daliane Ferreira. Antes de ser presa, ela publicou nas redes sociais que acredita ser “alma gêmea” de Jung Kook Natural da Paraíba, ela diz acreditar que existe uma conexão sentimental entre os dois, mesmo sem nunca terem se conhecido pessoalmente.

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“Ele deve estar deprimido lá porque um sente o outro, a alma gêmea, um sente o outro, a dor. O vazio que você sente, a dor que você sente, não pode ser preenchido se não for pela sua alma gêmea, que está em outro lugar”, relatou.

De acordo com o boletim policial, a mulher vinha deixando rastros constantes no local: mexia em correspondências, pendurava fotografias e escrevia mensagens diretamente nas paredes próximas à residência do astro. O comportamento chamou atenção desde dezembro, quando ela foi abordada pela primeira vez. Na ocasião, acabou liberada após prestar esclarecimentos.

Após uma segunda abordagem policial, a agência que representa Jung Kook entrou com um pedido formal de medida protetiva, amparada pela rígida legislação anti-stalking da Coreia do Sul. Mesmo assim, a mulher voltou ao endereço, o que levou à prisão imediata.

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