Dois suspeitos de furto de R$ 337 mil em banco no Gonzaga são presos em São Paulo

Os envolvidos no crime invadiram uma casa abandonada para acessar a Agência Estilo do Banco do Brasil, na Rua Bahia, em 8 de março

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13 MAI 2021Por Gilmar Alves Jr.17h51
Agência Estilo do Banco do Brasil que foi furtada fica na Rua Bahia, 3Agência Estilo do Banco do Brasil que foi furtada fica na Rua Bahia, 3Foto: Nair Bueno/DL

Policiais do 7° DP de Santos (Gonzaga) prenderam na capital paulista dois homens, de 42 e 26 anos, suspeitos de terem participado do furto de R$ 337 mil  da Agência Estilo do Banco do Brasil, na Rua Bahia. O crime ocorreu em 7 de março deste ano. Um terceiro envolvido está identificado, mas não foi localizado em São Paulo.

Nas diligências realizadas na capital a equipe do delegado Jorge Álvaro Gonçalves Cruz e do investigador-chefe, Marcelo Mendes, apreendeu celulares e uma extensão elétrica semelhante a que foi utilizada no crime, além de ferramentas. Deram apoio aos policiais do 7° DP nas ações integrantes do 1° DP de Santos (Centro) e da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Todo o material apreendido será periciado pelo Instituto de Criminalística (IC).

Segundo o Departamento de Polícia Judiciária do Interior-6 (Deinter-6), foi possível identificar três envolvidos após “ininterrupta e intensa investigação de campo”.

Conforme apurou o Diário, as investigações apontam que se trata de uma quadrilha especializada nesse tipo de crime. 

Reais, dólares e euros

Em um crime planejado, contando com a invasão de uma casa abandonada na Avenida Ana Costa, os criminosos tiveram acesso ao terreno da agência bancária e violaram o cofre, subtraindo R$ 337,6 mil.

Conforme o banco informou à polícia, foram furtados R$ 90 mil, US$ 18 mil (cotados à época em R$ 103.912,200) e 21 mil euros (cotados à época em R$ 143.703,000).

No local foi notado que a entrada pela casa vizinha se deu através da produção de um dano no muro. Já no terreno da agência os bandidos fizeram um novo dano na parede da agência e acessaram a parte traseira do cofre, cortando-a.

O crime foi descoberto por volta das 10h de 8 de março, quando um primeiro funcionário constatou o delito. Devido ao cime, a agência bancária não abriu na data da descoberto do crime e o atendimento foi retomado no dia seguinte, sem oferta de numerário.