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Polícia

Crimes na Baixada: Governo paga R$ 10 mil por informações de paradeiros

Três homens são procurados devido a duas execuções de agentes penitenciários realizadas em Praia Grande e em São Vicente. Os crimes ocorreram em agosto e março deste ano

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) está oferecendo recompensas de R$ 10 mil por informações que ajudem na prisões de três homens procurados pelas mortes do diretor de Disciplina do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Praia Grande, Charles Demitre Teixeira, executado em agosto, e do agente de Escolta e Vigilância Penitenciária Agnaldo Cardoso de Oliveira, cuja execução ocorreu em março, em São Vicente.

Dionatan Lucas da Silva, conhecido como Closeup, e Cássio Guedes, conhecido como Tsunami, são procurados pelo homicídio do diretor do CDP. Os dois tiveram a prisão temporária decretada pela 1ª Vara Criminal de Praia Grande.

O terceiro foragido é Valdir da Silva Cavalcante, o Grilo, que foi identificado como responsável pela morte do agente de escolta em São Vicente. 

As resoluções do secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, com as recompensas foram publicadas no Diário Oficial do Estado de quinta-feira (13).

Cassio Guedes, Dionatan Lucas da Silva e Valdir da Silva Cavalcante (Foto: Divulgação)

As denúncias devem ser feitas apenas pelo site do WebDenúncia (www.webdenuncia.org.br). Pode receber a recompensa o denunciante que encaminhar informações que contribuam de maneira relevante para que a polícia esclareça o crime. Ou seja, quem fornecer dados que resultem na identificação do autor ou na localização e prisão dele.

Esclarecimentos
O Governo também vai recompensar quem ajudar a elucidar crimes cujos autores ainda não foram identificados. Para esses casos, o pagamento será de R$ 30 mil.

Será premiado quem ajudar a chegar ao suspeito de matar o agente de segurança penitenciária Agnaldo Barbosa Lima. Ele foi baleado em 9 de setembro, no Parque Ipê, zona oeste da Capital.

Além disso, também receberá o pagamento quem ajudar a esclarecer o homicídio doloso de Cleoni de Lima, baleado na frente de casa no dia 7 de outubro, em Campinas. Cleoni era porteiro do Centro de Progressão Penitenciária Professor Ataliba Nogueira.

A última recompensa autorizada será para quem auxiliar a investigação da morte do agente Marcos Azenha, baleado na porta de sua residência, no dia 1º de novembro, em Taiúva, interior paulista.

 

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