Caso Baccará: “A Justiça foi firme”, diz pai de universitário sobre pronúncia de réus

Juiz Alexandre Betini determinou que Vitor Karam, ex-dono do estabelecimento, e os seguranças Anderson Brito, Thiago Souza e Sammy Calender sejam submetidos a júri popular

O pai de Lucas Martins de Paula, universitário assassinado em julho de 2018 aos 21 anos, afirmou que “a Justiça foi firme” ao pronunciar (determinar que sejam submetidos a júri popular) Vitor Alves Karam, ex-dono do Baccará Bar & Grill, e os seguranças Anderson Luiz Pereira Brito (ex-encarregado), Thiago Ozarias Souza e Sammy Barreto Callender.

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A sentença de pronúncia foi dada pelo juiz Alexandre Betini, da Vara do Júri de Santos, na última quinta-feira (17).

“A nossa Justiça tem que funcionar para que isso não ocorra mais. Tem que ser assim para casos de violência contra a vida”, disse Isaías de Paula ao Diário do Litoral nesta segunda-feira (21).

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Os quatro corréus respondem por homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

Se condenados, eles estarão sujeitos a uma pena que varia de 12 a 30 anos de reclusão.

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“Esperamos que no julgamento a decisão do júri seja unânime e condene os quatro a pena máxima. Trinta anos é pouco para um crime que tirou a vida do meu filho, muito jovem, cheio de sonhos”, declarou.

As defesas de Karam e do ex-chefe dos seguranças vão recorrer da sentença de pronúncia, pois alegam que eles não tiveram participação no assassinato. 

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Anderson Brito segue foragido. Isaías de Paula faz um apelo para que denúncias sobre o paradeiro sejam feitas. 

As buscas são conduzidas pelo 3º DP de Santos. Informações que ajudem na captura podem ser transmitidas pelos telefones 3261-3000 ou 181.