Paulo Freitas foi morto aos 57 anos; o corpo foi encontrado perto de rodovia / Reprodução
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Autor da morte do repórter-fotográfico Paulo Freitas, em 2013, Ronaldo da Silva, de 40 anos, foi condenado hoje (10) à tarde a 21 anos e seis meses de prisão pelo assassinato, por furto e por ocultação de cadáver. Presidido pelo juiz Paulo Alexandre Rodrigues Coutinho, o júri popular foi realizado no Fórum de Itanhaém.
Réu confesso, Silva respondeu ao processo preso e o regime inicial da pena é o fechado.
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Conforme sustentou o Ministério Público (MP), Silva cometeu homicídio qualificado por asfixia, se apoderou do carro, do equipamento fotográfico e da carteira da vítima e ocultou o corpo próximo à Rodovia Padre Manoel da Nóbrega. Os jurados acolheram toda a tese da acusação.
Chácara
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Freitas morava em Santos e viajou para Itanhaém para tratar da documentação de uma chácara que havia vendido havia vendido em 2012.
Ele visitou uma amiga durante a viagem e ela lhe apresentou o irmão dela, Silva. O repórter-fotográfico e o assassino, que já tinha antecedentes criminais, consumiram bebida alcoólica e foram para uma boate.
Depois da ida ao estabelecimento, já no carro de Freitas, um Fiesta, houve uma discussão entre a vítima e Silva, que culminou no homicídio.
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A apuração policial do caso foi realizada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém, que capturou o assassino cinco dias depois, em Peruíbe. Após ser preso, Silva indicou aos investigadores o local onde escondera o corpo.