A emancipação política de Peruíbe se deu com o plebiscito, em 24 de dezembro de 1958 / Divulgação/Prefeitura de Peruíbe
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Peruíbe, que significa “no rio dos tubarões”, na língua indígena tupi-guarani, é uma das primeiras a ter uma aldeia indígena chamada Peroibe na região. Na época da colonização, o aldeamento pertencia à Capitania de São Vicente.
A cidade recebeu a presença e a influência dos padres jesuítas e, em 1549, chegou o padre Leonardo Nunes para catequisar os índios. No aldeamento já havia sido construída a primeira igreja de São João Batista.
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Os indígenas apelidaram Leonardo Nunes de “Abarebebê”, que significa “padre voador” em tupi-guarani.
Em 1554, o padre José de Anchieta chegou ao aldeamento. No ano de 1640, passou a ser conhecida como Aldeia de São João Batista.
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Porém, em 1789, os padres jesuítas foram expulsos do Brasil. Apesar de ter entrado em declínio, a aldeia pertencia a Itanhaém.
A partir da construção da Estrada de Ferro Santos-Juquiá, vieram novos habitantes, no ano de 1914. A bananicultura também fortaleceu a região.
Nos anos 50, com a construção de rodovias de acesso ao Litoral Sul, a atividade comercial começa a crescer.
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A emancipação política de Peruíbe se deu com o plebiscito, em 24 de dezembro de 1958. E em 18 de fevereiro de 1959 é que o distrito passou a ser um município independente, já que pertencia a cidade de Itanhaém.
As eleições municipais ocorreram em 15 de novembro de 1959 e a posse do prefeito, do vice-prefeito e dos nove vereadores aconteceu em 1º de janeiro de 1960.
Desde o dia 18 de fevereiro de 1959 até a posse dos eleitos em janeiro de 1960, o município foi administrado pelo prefeito de Itanhaém Harry Forssell e o vice Miguel Simões Dias.
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O primeiro prefeito de Peruíbe foi Geraldo Russomanno e o vice-prefeito Albano Ferreira.