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O vice-prefeito e secretário de Educação de Guarujá, Renato Gama, praticamente assina a crítica de Garcia, que também já ocupou a pasta. ”Em uma sala de aula, os alunos têm, por ano, de três a oito 8 professores diferentes. Eles ensinam conforme sua convicção, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Projeto Político Pedagógico da escola. Portanto, são diversas as abordagens sobre os problemas, são variadas as visões de mundo a que se expõem nossos alunos, pela própria estrutura curricular. Professores não agem como uma máfia doutrinadora. Ao contrário, na escola temos a oportunidade sagrada de convivermos com todo tipo de diferença. É por isso que o professor é livre para ensinar e é essa liberdade que eu defendo e sempre defenderei”, ressalta.

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