Prefeitura de Guarujá reforma funerária do Cemitério da Saudade - Vila Julia

O equipamento passa por intervenções e reforma de suas instalações

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10 JAN 201417h08

A Prefeitura de Guarujá está promovendo a reforma e adequações das instalações da Funerária do Cemitério da Saudade, na Vila Júlia. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Operações Urbanas e o objetivo é oferecer um espaço mais adequado para os que buscam o equipamento. Guarujá é o único Município da Baixada Santista a oferecer auxílio funerário gratuito à população.

O prédio municipal não recebia intervenção desse tipo, há mais de 10 anos, conforme explica o engenheiro responsável e fiscal dos serviços, Jorge Koozo. Segundo ele, a ação compreende: reforma, ampliação e construção de novos espaços. Os trabalhos começaram no final de novembro e a previsão de conclusão, será em março.

As intervenções começaram pelo telhado, que recebeu madeiramento novo e lavagem das telhas, os banheiros estão sendo adaptados e serão colocado o piso táctil, além da construção de uma rampa de acessibilidade.

De acordo com Jorge Koozo, por toda parte há uma intervenção no local. “As novas instalações tem como objetivo oferecer melhor qualidade no atendimento aos munícipes e também, para os próprios funcionários”, destaca.

As adequações contemplam ainda, o espaço - que antes funcionava como depósito, foi transformado em uma sala de espera, criado um espaço para armazenar caixões (outra sala terá a função de dispensa), uma sala para armazenar os equipamentos de proteção individual (EPIs), providenciada uma lixeira séptica e os alojamentos dos funcionários estão sendo ampliados. Além disso, passarão a serem duas portas de entradas independentes, ou seja, uma porta para funerária e outra para o velório, uma sala foi adequada para abrigar medicamentos de primeiros socorros para trabalhadores e visitantes, o que antes não existia. Todo o prédio receberá pintura.

“Esse trabalho é necessário não só para melhoria do equipamento, mas para atender as necessidades dos trabalhadores e a população que vai diariamente, no cemitério”. Conclui.