Economia

O prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), alegou, entre outras coisas, que a redução para 10% do índice anual de incorporação de salários dos servidores ocupantes de cargos comissionados é uma questão de economia. No entanto, se mostrou irritado ao ser questionado sobre a cessão de dois funcionários públicos para os gabinetes dos deputados federais João Paulo Tavares Papa (PSDB) e Beto Mansur (PP). “Eles (deputados) trazem verbas para a cidade”, justificou.

 

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O vereador Carlos Eduardo Barbosa, o Cadu Barbosa (PTB), de Praia Grande, protocolou o compromisso na presidência da Câmara abrindo mão do carro e motorista oficiais. Tudo em caráter irrevogável. “Faço isso em nome da eficiência e economia dos recursos públicos. Faço isso pelo compromisso à palavra e pelo respeito ao meu eleitor. Assim será durante todo meu mandato”, garantiu via rede social.

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Vários vereadores da base aliada de Barbosa fizeram questão de assinar o requerimento. A Prefeitura possui 19 pessoas nessa função e a iniciativa permitiria uma economia de R$ R$ 218 mil por mês aos cofres públicos ou R$ 2.616.000,00 milhões por ano. “Que se promova a extinção dos secretários-adjuntos, até porque não precisa. É uma questão de economia”, defende Santana.

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Na onda das reclamações, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski criticou, no início desta semana, na abertura dos trabalhos do Judiciário em 2016, o corte no orçamento dos tribunais.