São Paulo está em chamas e INPE classifica momento como ‘extraordinariamente grave’

Cerca de 34 municípios estão em alerta máximo para o risco de queimadas e incêndios

Homem caminha em mata em chamas/Foto ilustrativa

Homem caminha em mata em chamas/Foto ilustrativa | Foto de RDNE Stock Project/Pexels

O tempo seco, a falta de chuvas, a baixa umidade relativa do ar e as altas temperaturas climáticas formam a receita perfeita para a catástrofe que parte do Estado de São Paulo está vivendo nas últimas semanas. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) classificou o momento como extraordinariamente grave.

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Segundo dados do próprio INPE, até o último sábado, dia 24, o Estado de São Paulo já tinha registrado 5.278 focos de incêndio, sendo que 49% deste fogo aconteceu nas últimas 24 horas.

Foram 2.621 pontos de queimadas nos últimos 2 dias, uma porcentagem 7x maior do que o mesmo período de 2023.

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A Defesa Civil de SP, por sua vez, colocou, até o momento, 34 cidades em alerta máximo, sendo que 24 delas já enfrentam situações preocupantes de fogo ativo. Em Ribeirão Preto, por exemplo, as chamas em uma área de mata seca chegaram bem próximas de áreas habitadas, como condomínios e vilas.

Tarcísio de Freitas (Republicanos) criou, às pressas, um gabinete de crise na manhã do último sábado (24) na tentativa de aumentar o efeito sobre o monitoramento e o controle do fogo.

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Alexandre Padilha, Ministro de Relações Institucionais do Governo Federal, disse que todos querem ajudar o governo de SP neste momento: “Toda a nossa solidariedade”, disse em trecho da publicação.