Remédios ficam mais caros a partir de hoje; veja nova tabela de preços

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) definiu o indicador e foi baseado na inflação do IPCA

O novo preço dos remédios não é automático, funcionando como valor máximo que pode ser cobrado

O novo preço dos remédios não é automático, funcionando como valor máximo que pode ser cobrado | Pixabay

O preço dos medicamentos no Brasil podem ficar até 5,06% mais caros a partir de hoje. O reajuste máximo foi anunciado nesta segunda (31) pelo Diário Oficial da União.

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A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) definiu o indicador e foi baseado na inflação do IPCA entre os meses de fevereiro do ano anterior e fevereiro do ano que ocorre o reajuste.

Confira como ficou o ajuste máximo:

5,06% para medicamentos do nível 1;
3,83% para medicamentos do nível 2 e
2,6% para medicamentos do nível 3


Os remédios de nível 1 são os mais competitivos no mercado, sendo por isso o com ajuste mais alto. Já os de nível 3 são os menos e os de nível 2, intermediário.

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O novo preço dos remédios não é automático, funcionando como valor máximo que pode ser cobrado.

Os fornecedores têm um período de adaptação e precisam respeitar os limites legais diante da concorrência.

Os novos valores podem ser aplicados até março de 2026, porém, o mercado pode praticar descontos nos medicamentos.

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Confira dicas para economizar:

Compre genéricos ou similares,que são versões mais baratas e com eficácia comprovada.

Use programas governamentais, como Farmácia Popular ou tente conseguir os medicamentos via SUS.

Em 2023, a cidade de Santos lançou a plataforma Remédio Fácil. O intuito é apresentar onde estão os medicamentos de que a população necessita.

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Algumas farmácias oferecem desconto na compra de mais unidades, então as vezes compensa comprar o medicamento em maior quantidade.