Escolhido pelo PMDB para ser o sucessor da prefeita Maria Antonieta de Brito, Adilson de Jesus, que até o último dia 1º era responsável pelas pastas de Desenvolvimento Econômico e Portuário; Operações Urbanas e de Infraestrutura e Obras, pretende mudar a realidade da cidade se for eleito prefeito e assumir Guarujá em 2017.
Ele conta com sua experiência acumulada em três anos de vida pública para a empreitada. “Venci as prévias do partido e acredito que a cidade deverá ter no máximo 10 candidatos na disputa. Será uma eleição atípica e com muitas propostas. Todos têm condições de prosseguir com os projetos do município”, afirma.
Adilson acredita que se tornar candidato e, posteriormente for eleito, vai precisar promover algumas mudanças que não foram conseguidas até então. “Terei que fazer alguns ajustes. Vou mexer na estrutura (administrativa), promover ações visando renda e emprego para driblar a crise e fomentar o comércio e o turismo empresarial”, revela o pré-candidato, que afirma que é preciso também incentivar a vinda de indústrias ao município, principalmente após a implantação do Aeroporto Civil Metropolitano.
Sobre a questão da saúde e zeladoria – setores bastante criticados – o ex-supersecretário diz que precisa focar a assistência dentro das residências, informatizar o setor e agilizar o atendimento.
“É preciso esvaziar os prontos-socorros e nos aproximar do Hospital Santo Amaro, que tem que ser melhor assistido”, afirma, enfatizando que vai cuidar mais das ruas e avenidas da cidade, que ficaram desassistidas por problemas relacionados ao contrato de prestação de serviços.
O ex-secretário afirma ter conhecimento das necessidades do município, do descrédito que a classe política vem sendo vítima, mas que sua experiência profissional – na área da engenharia civil – vai ajudar a melhorar Guarujá.
