Quatro emendas ao projeto das passarelas são aprovadas

Vereadores validam redação final e lei segue para sanção do prefeito Paulo Alexandre Barbosa

A Câmara de Santos aprovou, em redação final, quatro emendas ao projeto de lei complementar que permite a construção de passarelas no espaço aéreo de vias públicas do município. Das quatro emendas, três são do vereador Sadao Nakai (PSDB) e uma de Adilson Júnior (PTB).

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Em relação as emendas de Nakai, a primeira da nova redação ao inciso I do parágrafo 1º do artigo 45 e substitui a palavra taxa por preço público.

A alteração segue uma orientação do parlamentar José Lascane (PSDB), que explicou que a tributação das passarelas nunca poderia ser veiculada por taxa.

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Já as outras duas emendas do vereador tucano são relacionadas ao Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb). Uma obriga que o valor arrecadado com as passarelas seja depositado no Fundurb, com o objetivo de aplicação em mobilidade urbana.

Já a outra obriga a prefeitura de Santos a publicar um relatório mensal, no Diário Oficial, especificando o valor arrecadado e depositado no fundo, bem como a somatória dos valores recebidos pelas passarelas.

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A emenda de Adilson Júnior acrescenta um inciso ao artigo 45 que diz que, no caso de instalação do equipamento aéreo para transporte de materiais interligar com área do porto organizado, o multiplicador da fórmula apresentada passa a ser de 0,30.

O parlamentar ressaltou que um dos grandes conflitos na relação Porto-Cidade é o não pagamento de IPTU pelas empresas instaladas em áreas concedidas pela União como terminais portuários.

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“Não temos porque manter um redutor tão acentuado para os equipamentos que adentram em áreas do porto, equiparando-as com logradouros do município que recolhem o IPTU”.

Emenda de Boquinha é vetada

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A Câmara de Santos também vetou uma emenda ao projeto de lei das passarelas, de autoria do vereador Geonísio Aguiar, o Boquinha (PSDB). O parlamentar queria que o equipamento fosse liberado em todos os imóveis de uso residencial, e não apenas nos casos de habitação popular.

A emenda recebeu parecer contrário da Comissão de Justiça e Redação. Os vereadores optaram pelo veto, com exceção de Boquinha, já que o mesmo era o autor da emenda.