“Prefeito não pode se vestir de partido”, afirma Pedro de Sá

Pré-candidato à Prefeitura de Cubatão pelo PTB, ele aposta na experiência no serviço público para fazer a máquina funcionar

A experiência de 31 anos no funcionalismo público de Cubatão é a aposta do pré-candidato à Prefeitura, Pedro de Sá, do PTB. “Tenho a experiência de ter vivido dentro do Poder Executivo sem ter os vícios de um político tradicional”, garante o engenheiro.

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Sá trabalhou como servidor em quatro governos diferentes: Osvaldo Passarelli, Nei Serra, Clermont Castor e Marcia Rosa. Assim, acredita que pode fazer uma gestão diferenciada, mas com referências baseadas em tudo o que ele viu de bom (ou de ruim) nestas administrações.

“Neste momento em que a população quer renovação, o meu projeto é fazer tudo diferente do que os outros políticos fizeram, mas extrair o que eles tiveram de bom: cuidar bem da cidade como fez Passarelli, ter o empreendedorismo do Nei Serra, constituir uma boa equipe como o Clermont e, apesar de não ver coisas boas no atual governo, aprendi a não desvalorizar o funcionalismo como fez Márcia Rosa”, explica.

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Para o pré-candidato, o próximo prefeito terá dificuldades para colocar a cidade no eixo, mas não encontrará os cofres tão defasados como a atual Administração divulga. “Não há queda de arrecadação e não haverá para o próximo governo. O que há é problema de gestão. Nós vamos encerrar com os contratos que estão levando o dinheiro da cidade”, garante.

Pedro de Sá afirma que conhecer a máquina é a sua cartada para fazer diferente nos próximos quatro anos. “O próximo prefeito tem que ser intensivo”. Além disso, o prefeiturável acredita que o chefe do Executivo tem que ter boa relação com todos e “não pode se vestir de partido”.

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Já em relação ao pleito concorrido deste ano, que tem 12 pré-candidatos, Sá acredita que este número irá diminuir para quatro ou cinco prefeituráveis. “Eu não tenho a intenção de me acomodar em ninho nenhum. O que eu quero é comandar esta oposição”, finaliza.