Esse seria o mote da futura campanha do pré-candidato Sidnei Aranha, o PC do B. Advogado e professor universitário, Aranha é enfático. “A cidade necessita de um administrador com cabeça no século 22. Para se ter uma ideia, para se enterrar uma pessoa hoje tem que ligar para um vereador e pedir uma vaga. Temos que mudar isso urgente. É preciso trazer o Município à luz”, afirma.
Sobre o número de pré-candidatos, Aranha afirma: “é democrático é saudável. Mas é preciso se discutir projetos e planejamento para a Cidade. O conceito do bem contra o mal tem que ser banido da política”, afirma, alertando que é preciso entender que a Cidade perdeu capacidade de investimento. “O Município ainda possui um saldo a pagar de 2015 na ordem de R$ 40 milhões. Ou seja, estamos diante de um caos financeiro, resultado dos impostos ‘anões’ que sobraram para os municípios”, afirma.
Ele acredita que a saída são as operações urbanas consorciadas, previstas no Estatuto da Cidade, que visa valorização de áreas e regularização de inúmeras obras. “Será uma reurbanização urbanística, que quem vai ganhar dinheiro não é o político, mas o Município. Vamos legitimar a contrapartida”.
Aranha diz que o futuro prefeito tem que discutir a não medicalização na saúde. “Não só o médico faz parte do conceito de saúde. Cerca de 70% que são atendidas no Posto de Atendimento Médico (PAM) tem doenças crônicas. Boa parte pode ser atendida por enfermeiros padrão. O Programa de Saúde da Família (PSF) se tornou uma estratégia. Hoje, o nutricionista é a ponta de lança da Saúde. O Mais Médicos poderiam atender urgência e emergência”.
Ele garante ser possível justiça restaurativa. “Temos que dialogar com a Fundação Casa. Creche não é para a mãe trabalhar, mas um conceito pedagógico, um direito da mãe. Meu conceito de segurança pública é diferente e se baseia em estudos de universidades”.
O advogado vai mais longe. “Precisamos, por exemplo, tirar moradores de rua com inclusão, reintegração e encaminhamento ao mercado de trabalho. Temos um exemplo em que é a Casa Santo André. Eu gostaria de ser ouvido pela sociedade de Guarujá”.
