Del Bosco destaca necessidade de planejamento, com foco em saúde, educação e emprego

Para o parlamentar, é preciso que haja um trabalho maior voltado ao turismo e condicionar esse fator a geração desemprego

O vereador Marcelo del Bosco é o pré-candidato do PPS à Prefeitura de Santos.

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Terceiro colocado na pesquisa estimulada feita pelo instituto Opinião Pesquisa, Análise e Consultoria Ltda a pedido do Diário do Litoral, o parlamentar defende que é necessário melhor planejamento para o munícipio e defende “pensar em Santos para uma ­geração”.

“A questão do planejamento está deixando a desejar. Nós já sabemos há muito tempo que o país vem numa crise. O prefeito abriu várias frentes esperando sempre promessas do governo do estado e Federal. Na sua casa você não faz isso. Não se governa só com esperança. Você faz contatos, mas não abre frentes da forma como foram abertas. Muitas obras estão paradas ou andando a passos lentos, esperando por novos ­recursos”.

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Del Bosco garantiu que sua pré-candidatura surge para que haja um debate maior sobre o futuro de Santos. 

Para o parlamentar, é preciso que haja um trabalho maior voltado ao turismo e condicionar esse fator a geração desemprego.

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“Esperamos muito tempo a questão da Petrobras. Temos que acompanhar diversas frentes e o turismo é uma. Como você reduz o orçamento do turismo sendo ele uma grande ferramenta para a divulgação da cidade e de geração de emprego?”, citou o vereador, criticando o orçamento previsto para a pasta em 2017.

O vereador também citou a necessidade de maior investimento em outras áreas.

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“Não dá para Santos ter pequenos itens para serem tratados com um orçamento deste tamanho. Acho bastante dinheiro para pouca ação. Um trabalho direcionando a meta para pontos certos. Tratando da saúde, que é uma vergonha na cidade, e da educação, que não passa só pela parte pedagógica, mas pela infraestrutura”.

Marcelo del Bosco lamentou a ausência de políticos fortes como Fábio Nunes (PSB) e Marcelo Teixeira (PSD) na luta pelo Executivo. No entanto,  exaltou Telma de Souza (PT), Evaldo Stanislau (Rede), Paulo Schiff (PDT) e  Moyses Fernandes (DEM).