Cármen Lúcia interrompeu para corrigir a confusão entre "processo eleitoral auditável" e "voto impresso" / Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
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A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ter sido alvo de uma ameaça de atentado nesta quarta-feira (18), em Brasília.
Segundo relato da magistrada, ela se deslocava para uma palestra no Centro Universitário de Brasília quando foi informada sobre uma possível ameaça de bomba no local. “Agora de manhã, vindo para cá, me comunicaram que me mandaram uma bomba para me matar”, disse durante o evento.
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A ministra afirmou não ter confirmação sobre a veracidade da ameaça. “Nem sei se é fato. Sei que foi noticiado e que estão me ligando. Mas eu estou vivíssima, cada vez mais”, declarou.
Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre o caso. Integrantes do STF contam com equipes de segurança formadas por policiais judiciais, reforçadas nos últimos anos diante do aumento de ameaças a autoridades.
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Durante a palestra, voltada ao tema da violência política de gênero, a ministra também comentou o cenário de ataques contra mulheres. Segundo ela, “tentam nos matar de várias formas”, e é necessário reagir a esse contexto.
A magistrada ainda classificou a violência contra mulheres no país como uma “epidemia” e defendeu medidas para enfrentar esse tipo de crime.