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O fim do Pix? Nova tecnologia do Banco do Brasil promete revolucionar como você compra

Tecnologia inédita no Brasil permite que inteligência artificial pesquise, escolha e finalize compras sozinha, sem qualquer ação humana no momento do pagamento

Ana Clara Durazzo

Publicado em 12/04/2026 às 16:30

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Na prática, o usuário define parâmetros e autoriza o sistema a agir / Imagem gerada por IA

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O Brasil entrou em uma nova era do comércio digital. Pela primeira vez, uma compra foi realizada integralmente por um agente de inteligência artificial no país, sem qualquer ação humana no momento final do pagamento. O teste, conduzido por empresas do setor financeiro, sinaliza uma transformação profunda na forma como consumidores compram e pagam.

IA faz primeira compra sozinha no Brasil

A primeira transação desse tipo foi realizada em março, em parceria entre Visa e Banco do Brasil, inaugurando o chamado “comércio agêntico”, modelo em que sistemas de inteligência artificial podem pesquisar, escolher e pagar produtos em nome do consumidor.

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Na prática, o usuário define parâmetros e autoriza o sistema a agir. Foi exatamente isso que aconteceu no teste: a IA recebeu a missão de encontrar uma passagem aérea por até R$ 300, monitorou as opções disponíveis e finalizou a compra automaticamente quando encontrou o preço desejado.

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Como funciona o pagamento feito por IA

A tecnologia utiliza um sistema chamado tokenização, que substitui os dados reais do cartão por códigos digitais, aumentando a segurança das transações.

Além disso, todo o processo conta com:

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  • Autenticação integrada
  • Monitoramento em tempo real
  • Controle de risco automatizado

Isso permite que a compra seja concluída sem interação humana no momento final, mas sempre dentro de regras previamente definidas pelo usuário.

Ativar o modo avião durante o carregamento do celular pode ser uma dica simples, mas muito eficaz para quem precisa ganhar tempo.A tecnologia utiliza um sistema chamado tokenização, que substitui os dados reais do cartão por códigos digitais

Nova lógica do consumo digital

O modelo representa uma mudança significativa no comportamento de compra. Hoje, o consumidor precisa:

  1. Pesquisar produtos
  2. Comparar preços
  3. Escolher e pagar

Com o comércio agêntico, esse processo pode ser delegado à inteligência artificial, que executa todas as etapas de forma automática.

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Especialistas comparam o sistema a uma “secretária digital”, capaz de buscar e comprar produtos seguindo critérios definidos, como preço máximo, prazo ou características específicas.

Pix pode perder espaço?

A inovação também levanta questionamentos sobre o futuro do Pix. Atualmente dominante no Brasil, o sistema depende de ação manual do usuário.

No novo cenário, tecnologias automatizadas tendem a favorecer meios de pagamento contínuos e integrados, como cartões tokenizados, que permitem transações automáticas sem necessidade de confirmação a cada compra.

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Boato mais persistente afirma que o governo estaria aplicando a alíquota máxima do Imposto de Renda (27,5%) sobre transferências via PixA inovação também levanta questionamentos sobre o futuro do Pix

Impacto no varejo e nos preços

A chegada da IA ao processo de compra pode mudar completamente a lógica do comércio eletrônico.

Entre os principais impactos esperados estão:

  • Comparação instantânea de milhares de ofertas
  • Maior competitividade entre empresas
  • Mudança na forma de exposição de produtos
  • Possível vantagem para pequenos lojistas

Isso porque, em vez de disputar espaço em buscas tradicionais, empresas passarão a competir pela preferência dos algoritmos.

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Debate regulatório entra em cena

A tecnologia também abre uma nova discussão jurídica e regulatória:

  • Quem é responsável por uma compra feita por IA?
  • Como funciona o direito de arrependimento?
  • Quem responde por erros do sistema?

Essas questões ainda estão em debate e devem ganhar força à medida que a tecnologia avança.

Tendência global já começou

O Brasil não está sozinho nessa transformação. Testes semelhantes já foram realizados nos Estados Unidos e na Europa, indicando que o comércio agêntico deve se expandir rapidamente nos próximos anos.

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A expectativa do setor é que, em breve, grande parte das transações digitais seja realizada por agentes de IA, e não diretamente por pessoas.

O futuro das compras já começou

Embora o teste tenha ocorrido em ambiente controlado, ele marca o início de uma mudança estrutural no comércio digital.

Com empresas, bancos e fintechs investindo pesado na tecnologia, o cenário aponta para um futuro em que comprar algo pode ser tão simples quanto dizer:

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“Se encontrar mais barato, pode comprar para mim.”

E a inteligência artificial fará o resto.

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