CASO DAS CRIANÇAS AMARRADAS

Polícia segue à procura de diretora de escola de SP investigada por maus-tratos a crianças

Já foram mais de 12 endereços vasculhados em uma semana à sua procura; ela é suspeita de maus-tratos, tortura e outros crimes contra crianças que aparecem amarradas em vídeos

Gazeta de S. Paulo

Publicado em 30/03/2022 às 19:57

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Escola particular é investigada por maus-tratos; alunos aparecem amarrados em vídeo / Reprodução/ Vídeo

A polícia de São Paulo contou que já vasculhou mais de 12 endereços em uma semana à procura da diretora da escolinha particular da Zona Leste de São Paulo suspeita de maus-tratos, tortura e outros crimes contra crianças que aparecem amarradas em vídeos.

Entre os locais verificados estão imóveis ligados a ela, tanto na capital quanto em outras cidades do estado.

Roberta Serme, de 40 anos, que também é uma das donas da Escola Infantil Colmeia Mágica, teve a prisão temporária por 30 dias decretada em 22 de março pela Justiça. Desde então a diretora ainda não se entregou ou foi presa. Ela é considerada foragida.

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No entendimento da Justiça as provas demonstram que "há fortes indícios" de que a diretora esteja envolvida "na prática dos delitos".

A polícia investiga a suspeita de que as crianças sofreram maus-tratos, periclitação de vida, que é colocar a saúde delas em risco, submissão delas a vexame ou constrangimento e tortura. Além disso, a investigação apura a possibilidade de associação criminosa.

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