Gabriel Monteiro, no interior de São Paulo, conquistou projeção nacional ao aparecer entre as primeiras colocadas no Índice de Progresso Social / Reprodução/Youtube
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Uma cidade com menos de 3 mil habitantes no interior de São Paulo chamou atenção ao aparecer entre os melhores lugares do país para se viver. Gabriel Monteiro ficou na segunda posição do ranking nacional do Índice de Progresso Social Brasil 2025, indicador que mede qualidade de vida a partir de critérios sociais e ambientais.
O município alcançou 71,29 pontos na avaliação, ficando atrás apenas de Gavião Peixoto, que liderou o ranking com 73,26 pontos. O resultado colocou a pequena cidade paulista à frente de diversas capitais brasileiras.
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Com apenas 2.776 moradores, Gabriel Monteiro surpreendeu especialistas ao apresentar indicadores sociais comparáveis aos de regiões reconhecidas internacionalmente pela qualidade de vida, como o Canadá.
O Índice de Progresso Social avalia aspectos como acesso a serviços básicos, bem-estar da população e oportunidades. O levantamento não considera indicadores econômicos tradicionais, como o PIB, focando diretamente nas condições de vida da população.
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No ranking de 2025, diversas cidades do interior apareceram nas primeiras posições, muitas delas com população relativamente pequena.
Entre os destaques estão Jundiaí, Águas de São Pedro e Cândido Rodrigues, todas no estado de São Paulo.
Apesar do bom desempenho das cidades menores, algumas capitais também figuram entre as mais bem avaliadas. A capital Curitiba aparece entre os municípios com melhor pontuação, seguida por Campo Grande e Brasília.
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Já a cidade de São Paulo aparece logo depois, ocupando a quarta posição entre as capitais avaliadas no estudo.
Localizada no interior paulista, Gabriel Monteiro fica a cerca de 500 quilômetros da capital. O acesso ao município costuma ser feito por rodovias estaduais, como a Rodovia Castelo Branco e a Rodovia Marechal Rondon.
A viagem de carro desde a capital paulista leva, em média, entre seis e sete horas, dependendo das condições do trânsito e das estradas.
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Mesmo com tamanho reduzido, o município agora passa a integrar o grupo das cidades brasileiras com melhores indicadores sociais, reforçando a tendência de que qualidade de vida não depende apenas do tamanho da cidade.