Normalmente, apenas proprietários de um único imóvel residencial que se enquadram em limites de renda / Freepik
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A aposentadoria muitas vezes chega com um orçamento apertado, e cada despesa faz diferença. Pensando nisso, diversas prefeituras brasileiras estão preparando medidas que podem isentar idosos do pagamento do IPTU a partir de 2026, trazendo um respiro para quem vive apenas de aposentadoria ou pensão.
O benefício não é universal e exige atenção. Normalmente, apenas proprietários de um único imóvel residencial que se enquadram em limites de renda, geralmente até dois ou três salários mínimos, podem solicitar a isenção. Imóveis alugados ou usados para negócios ou lazer ficam de fora.
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Cada município define o teto do valor venal do imóvel e estabelece regras próprias para a concessão. Em muitas cidades, a isenção não é automática: é preciso apresentar documentos como comprovante de renda e registro do imóvel, muitas vezes ainda em 2025, para garantir o benefício válido em 2026.
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Algumas prefeituras simplificam o processo e oferecem isenção baseada no valor do imóvel, mas mesmo nesses casos, vale conferir os carnês e manter os dados atualizados.
O cuidado com prazos e documentação evita que o idoso pague IPTU desnecessariamente e permite que recursos sejam direcionados para medicamentos, consultas e pequenas melhorias na casa, garantindo mais conforto e segurança.
Mais do que economia, o programa reforça a ideia de políticas públicas voltadas à autonomia e à qualidade de vida na terceira idade, mostrando como planejamento e informação podem transformar o dia a dia dos idosos, proporcionando mais tranquilidade financeira e bem-estar.
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