Ex pede prisão de Ana Hickmann

Os advogados de Alexandre pediram prisão em flagrante na quarta-feira (3)

Segundo defensores de Alexandre, Ana teria se recusado a entregar o garoto na data combinada

Segundo defensores de Alexandre, Ana teria se recusado a entregar o garoto na data combinada | Reprodução

Ana Hickmann foi acusada pelo ex-marido Alexandre Correa de alienação parental por descumprir decisão judicial e impedir o filho de nove anos de passar as férias com o pai. Os advogados de Alexandre pediram prisão em flagrante na quarta-feira (3).

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Na manhã desta quinta-feira (4), a assessoria de Ana Hickmann informou que houve mudança nas datas em que o garoto ficaria com o pai, que foi alterada de 3 a 10 de janeiro para 9 a 17 de janeiro, conforme alinhamento de ambas as partes.

Segundo defensores de Alexandre, Ana teria se recusado a entregar o garoto na data combinada, permitindo apenas um encontro rápido para um lanche no final da tarde.

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O empresário disse ter tentado contatar o Conselho Tutelar e a polícia, mas não conseguiu completar a ligação.

Os advogados de Alexandre resolveram então recorrer ao Poder Judiciário para que Hickmann cumpra com a lei e permita a convivência entre pai e filho. Eles ainda afirmaram que ela acredita estar imune às determinações e isenta das penas legais por ser famosa.

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Foi determinado pela Vara de Família e Sucessões de Itu que o garoto não necessita de cuidados maternos constantes e que os genitores devem resguardá-lo de conflitos familiares.

Se impedir as visitas, Ana pode ser acusada de duas infrações legais: alienação parental e desobediência legal de ordem de funcionário público.

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Ana Hickmann e Alexandre Corrêa estão separados desde 11 de novembro, quando ela registrou um boletim de ocorrência o acusando de violência doméstica e patrimonial. O empresário negou as acusações. 

Desde o caso, vieram à tona detalhes de uma dívida de 40 milhões de reais. Foi aberto um inquérito pela Polícia Civil de Itu para investigar a denúncia de Ana de que o marido teria desviado 25 milhões de reais e falsificado a sua assinatura em cheques e contratos.

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O espaço segue aberto para manifestação de ambos