Porto de Santos / Divulgação
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O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, embarca nesta segunda (22) para a Bélgica em uma viagem de cinco dias pelos principais portos do país. A missão foi organizada por terminais portuários brasileiros privados interessados em convencê-lo a tirar a privatização do Porto de Santos do atracadouro.
França suspendeu o processo logo ao assumir o cargo até que o governo avalie melhor o caminho a ser adotado para atrair investimentos ao porto paulista, o maior da América Latina.
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A viagem foi organizada pela Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), que reúne 31 empresas de grande portes, 61 portos privados, responsáveis por movimentar 60% da carga portuária brasileira.
A ideia é mostrar ao ministro o padrão de gestão dos portos belgas, que têm flexibilidade de administração similar à de um porto privado.
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Entre eles estão os portos de Antuérpia (um dos maiores da Europa), Ghent (um dos maiores portos fluviais do continente), Zeebrugges (importante centro de transporte e logística para cargas).
A comitiva conta com 39 integrantes. Pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos) farão parte o diretor-geral, Eduardo Nery, e os diretores Alber Furtado, Caio César Farias Leôncio e Wilson Lima.
Representantes de 16 empresas associadas à entidade também compõem o grupo. São eles: Abdalla Advogados, ArcelorMittal, Cargill, Porto Cotegipe, Deme Goup, DPWorld, Ferroport, Porto Imetame, Porto Itapoá, Jan de Nul, Petrobras, Porto do Açu, Portonove, Porto Sudeste, Suzano, TGPM, Transpetro, Vale e VLI.
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