‘Discutir política com medidas efetivas’, afirma Luiz Xavier

Remanescente do pleito 2012, Luiz Xavier será o pré-candidato do PSTU e quer criar conselhos nos bairros para discutir a cidade

Remanescente da disputa eleitoral à Prefeitura de Santos de 2012, junto com o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), Luiz Xavier será novamente o pré-candidato do PSTU ao Executivo da cidade. 

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O funcionário público aposentado fez uma crítica às campanhas, de maneira generalizada e quer tratar a situação de Santos de forma realista.

“Não queremos a paroquialização da política. Queremos discutir a política com medidas efetivas. Não dá para dizer que Santos é um oásis no meio do inferno. Que o mundo todo vai estar pegando fogo e aqui seremos uma ilha imune a qualquer crise. É o que eles vão tentar vender nessas eleições em busca de voto. O PSTU não participa da eleição para dizer às pessoas o que elas querem ouvir, mas sim o que elas precisam ouvir”.

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Segundo Xavier, o governo atual “tentou vender uma ilusão de que Santos seria uma nova Manhattan”. Para ele, apesar do discurso de mudança, a gestão Paulo Alexandre Barbosa adotou uma política antiga.

“O que foi vendido na última eleição, em que o prefeito ganhou no primeiro turno, foi um discurso jovem, de inovação. Mas vemos que é a política velha. O projeto Santos Novos Tempos, que é de uma área da periferia, está do mesmo jeito. Inclusive, perdeu a verba do Banco Mundial. É um absurdo. Santos perdeu um dinheiro por falta de projeto. É descaso com os setores mais carentes, os que mais necessitam. E isso persiste”.

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O pré-candidato explicou que o PSTU enxerga a cidade como a própria casa, onde os moradores devem participar ativamente das grandes decisões a serem tomadas. Para isso, o partido pensa na criação de conselhos de bairro para debater o município.

“Vemos a cidade como a nossa casa. A cidade é dos moradores. São eles que contribuem com impostos e devem ser ouvidos, decidir onde o dinheiro deve ser aplicado, quais são os setores mais carentes.. Queremos que a população, através de conselhos de bairros, decida. Nós precisamos que as pessoas se organizem e decidam o destino da cidade”.